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Le plastique fascine et révulse. Les deux successivement ou en même temps. C’est qu’il est autant un discours sur la modernité qu’une matière première. Décryptage d’une mythologie toujours contemporaine.

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Le plastique fascine et révulse. Les deux successivement ou en même temps. C’est qu’il est autant un discours sur la modernité qu’une matière première. Décryptage d’une mythologie toujours contemporaine.

Liderul PSD Bucureşti, primarul Sectorului 4 Daniel Băluţă, a reacționat dur la afirmaţiile făcute de adresa sa de primarul Capitalei, liberalul Ciprian Ciucu într-un interviu difuzat sâmbătă de Prima News. Băluţă îl acuză pe Ciucu de mitocănie şi de bullying.

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Liderul PSD Bucureşti, primarul Sectorului 4 Daniel Băluţă, a reacționat dur la afirmaţiile făcute de adresa sa de primarul Capitalei, liberalul Ciprian Ciucu într-un interviu difuzat sâmbătă de Prima News. Băluţă îl acuză pe Ciucu de mitocănie şi de bullying.

Partidul conservator german CDU, condus de cancelarul Friedrich Merz, ia în calcul introducerea unei interdicţii pentru utilizarea reţelelor sociale de către copiii sub 16 ani, în contextul dezbaterilor tot mai intense privind impactul negativ al mediului online asupra minorilor, relatează Reuters, potrivit News.ro.

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Partidul conservator german CDU, condus de cancelarul Friedrich Merz, ia în calcul introducerea unei interdicţii pentru utilizarea reţelelor sociale de către copiii sub 16 ani, în contextul dezbaterilor tot mai intense privind impactul negativ al mediului online asupra minorilor, relatează Reuters, potrivit News.ro.

Narasi antek asing adalah bentuk propaganda yang mirip dengan teknik propaganda Adolf Hitler dalam bukunya ‘Mein Kampf’. Pola ini berpotensi melemahkan demokrasi.

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Narasi antek asing adalah bentuk propaganda yang mirip dengan teknik propaganda Adolf Hitler dalam bukunya ‘Mein Kampf’. Pola ini berpotensi melemahkan demokrasi.

La formation réformiste du Parti du Peuple est, selon les sondages, favorite des législatives du 8 février 2026. Mais elle se heurte à un puissant establishment militaro-royaliste qui continue de tenir les rênes du pouvoir.

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La formation réformiste du Parti du Peuple est, selon les sondages, favorite des législatives du 8 février 2026. Mais elle se heurte à un puissant establishment militaro-royaliste qui continue de tenir les rênes du pouvoir.

აშშ რუსეთსა და უკრაინას შორის სამშვიდობო შეთანხმების მიღწევას მიმდინარე წლის ივნისისთვის ცდილობს. ამის შესახებ უკრაინის პრეზიდენტმა, ვოლოდიმირ ზელენსკიმ შაბათს 7 თებერვალს ჟურნალისტებთან საუბრისას განაცხადა, იუწყება უკრაინის მედია.

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რადიო თავისუფლება
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აშშ რუსეთსა და უკრაინას შორის სამშვიდობო შეთანხმების მიღწევას მიმდინარე წლის ივნისისთვის ცდილობს. ამის შესახებ უკრაინის პრეზიდენტმა, ვოლოდიმირ ზელენსკიმ შაბათს 7 თებერვალს ჟურნალისტებთან საუბრისას განაცხადა, იუწყება უკრაინის მედია.

Primarul general al Capitalei, Ciprian Ciucu, afirmă că a discutat cu preşedintele Nicuşor Dan despre situaţia bugetară de la Bucureşti şi a precizat că nu a fost vina lui că au fost luate patru miliarde de la Capitală în ultimii doi ani. Ciucu a menţionat că încearcă să facă reforme pe care Nicuşor Dan nu le-a făcut în calitate de primar, pentru că acesta a lăsat anumite sisteme la mâna partidelor politice.

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Primarul general al Capitalei, Ciprian Ciucu, afirmă că a discutat cu preşedintele Nicuşor Dan despre situaţia bugetară de la Bucureşti şi a precizat că nu a fost vina lui că au fost luate patru miliarde de la Capitală în ultimii doi ani. Ciucu a menţionat că încearcă să facă reforme pe care Nicuşor Dan nu le-a făcut în calitate de primar, pentru că acesta a lăsat anumite sisteme la mâna partidelor politice.

31 minutes

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Switzerland's Franjo von Allmen produced a stunning run on Stelvio to win the Olympic Alpine skiing men's downhill on Saturday.

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Switzerland's Franjo von Allmen produced a stunning run on Stelvio to win the Olympic Alpine skiing men's downhill on Saturday.

আমার নাম ছায়া কুশওয়াহা। আমি ছত্তিশগড়ের রায়পুরে থাকি। আমি দুধাধারি বজরং গার্লস কলেজের কলা বিভাগের চূড়ান্ত বর্ষের ছাত্রী। রায়পুরে অবস্থিত ন্যাশনাল

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India Development Review
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আমার নাম ছায়া কুশওয়াহা। আমি ছত্তিশগড়ের রায়পুরে থাকি। আমি দুধাধারি বজরং গার্লস কলেজের কলা বিভাগের চূড়ান্ত বর্ষের ছাত্রী। রায়পুরে অবস্থিত ন্যাশনাল

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Os Estados Unidos dominam as páginas das principais revistas francesas nesta semana. As publicações semanais se concentram em três principais assuntos: os novos documentos do caso do financista e criminoso sexual Jeffrey Epstein, as truculentas operações dos agentes federais do ICE e a parceria abalada entre os serviços de Inteligência europeus e americanos.

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Os Estados Unidos dominam as páginas das principais revistas francesas nesta semana. As publicações semanais se concentram em três principais assuntos: os novos documentos do caso do financista e criminoso sexual Jeffrey Epstein, as truculentas operações dos agentes federais do ICE e a parceria abalada entre os serviços de Inteligência europeus e americanos.

La titular del Juzgado de Instrucción número 1 de Móstoles concluyó que, como el acceso se había producido desde una línea de la Administración Digital de la Comunidad de Madrid, pudo haber sido ella misma.

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Mundiario
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La titular del Juzgado de Instrucción número 1 de Móstoles concluyó que, como el acceso se había producido desde una línea de la Administración Digital de la Comunidad de Madrid, pudo haber sido ella misma.

Француското студио Sandfall Interactive ја откри веста оваа недела преку објава на Линкедин, која вклучуваше фотографии од гордиот тим како носи медали доделени од француското Министерство за култура

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Француското студио Sandfall Interactive ја откри веста оваа недела преку објава на Линкедин, која вклучуваше фотографии од гордиот тим како носи медали доделени од француското Министерство за култура

Poucos dias depois de completar três meses, a operação policial mais letal da história do Brasil foi destaque no alerta feito nesta semana pela organização não governamental Human Rights Watch, que apontou que o uso irrestrito da força letal pela polícia como estratégia de segurança tem resultado em mais violência e insegurança no país. Forças policiais mataram 5.920 pessoas no Brasil de janeiro a novembro de 2025, e o episódio de maior letalidade foi a Operação Contenção, no Rio de Janeiro, em 28 de outubro, quando 122 pessoas morreram ─ incluindo cinco policiais.  Notícias relacionadas: Abuso policial gera mais insegurança, diz Human Rights Watch. Psol aciona STF contra “gratificação faroeste” a policiais que matam. Brasil é denunciado à OEA por ações policiais do governo de SP. O relatório cita ainda que 185 policiais foram mortos no ano passado, segundo dados do Ministério da Justiça. E outros 131 cometeram suicídio. A especialista em conflitos, crimes e violência e professora do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal Fluminense (UFF) Carolina Grillo vê um empobrecimento do debate sobre segurança pública no país, com a insistência em repetir e intensificar modelos que não tem produzido resultados há décadas. “O que a gente observa em alguns estados, como a Bahia e como São Paulo, é que eles estão copiando o modus operandi das polícias do Rio de Janeiro e agravando o problema de segurança pública que existia lá”. Ela acrescenta que essa replicação agrava a impunidade dos crimes cometidos por agentes do Estado e chancela uma atuação mais letal por parte de policiais que já agem com relativa autonomia e discricionariedade nas ruas. “Em nenhum estado se pode dizer que o governador possui efetivo controle das forças de segurança. As instituições policiais possuem grupos muito poderosos no seu interior e uma relativa autonomia. Os próprios agentes na rua possuem discricionariedade”, afirma. “A promessa de impunidade estimula a atuação policial violenta”.   Audiência Pública sobre Operação Escudo/Verão, organizada pela Ouvidoria de Polícia de São Paulo e Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos, na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo - USP. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil Confira os principais trechos da entrevista Agência Brasil: Por que você acredita que há insistência em grandes operações com muitas mortes de pessoas supostamente envolvidas com crime? Carolina Grillo: É complicado eu supor as intenções por trás das atitudes políticas. As operações policiais e as altas taxas de letalidade policial são empregadas com o principal método de controle do crime no Rio de Janeiro há décadas, e a gente observa um aumento constante do controle territorial armado. E, embora a própria polícia saiba da ineficiência, essas operações trazem retornos eleitorais.  Há um empobrecimento do debate público no campo da segurança pública, em que há uma insistência em acreditar que fazer mais do mesmo, mais daquilo que se faz há décadas e não funciona, se for intensificado, vai funcionar.  A cada nova operação espetaculosa, a gente observa um aumento da popularidade dos mandatários que a autorizaram, em virtude de criar a sensação na população de que ‘estão fazendo alguma coisa’. Ações de inteligência, como as investigações do Gaeco [Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado] e as investigações da Polícia Federal, que têm efeito muito mais consistente no desmantelamento do crime organizado, são ações silenciosas. Não são ações como a Operação Contenção, com impacto social muito grande. Agência Brasil: Podemos acrescentar que essas ações de inteligência são pouco imagéticas para a televisão, e nós, jornalistas, contribuímos para dilatar esses efeitos, fazendo espetáculo das operações? Carolina Grillo: A minha crítica à imprensa, no caso específico da Operação Contenção, é que a cobertura foi bastante tendenciosa de uma maneira geral. Havia diversos discursos competindo sobre como interpretar essa operação, e o discurso do governo do Estado do Rio de Janeiro predominou nas narrativas da imprensa nacional.  O fato de se ter sido uma chacina, um massacre com um número muito elevado de mortos, escandalizou a imprensa internacional e não escandalizou a imprensa nacional, que já naturalizou essas mortes. O que, de alguma forma, contribui para reiterar uma narrativa oficial de que a operação tinha como objetivo o combate ao Comando Vermelho.   Mesa com autoridades do Estado do Rio de Janeiro durante coletiva de imprensa sobre a Operação Contenção na Cidade da Polícia, no Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil Agência Brasil: Neste ano, teremos eleições. Como vê o peso da segurança pública na pauta da próxima campanha eleitoral? Carolina Grillo: Algumas pesquisas de opinião mostraram que, no ano passado, pela primeira vez na história, segurança pública despontou como principal preocupação da população brasileira, superando desigualdade [socioeconômica], saúde e educação. Isso é um fenômeno recente.  O que a gente observa é que o espectro do debate público sobre a segurança pública é bastante limitado. Há, de um lado, uma extrema direita defendendo o extermínio aberto de criminosos; e, do outro lado, algumas posturas de esquerda não avançando muito além de oferecer um endurecimento penal e aumento de penas para determinados crimes.  Há um desafio de que se elaborem alternativas de fato eficientes, diferentes daquelas que já são apresentadas como endurecimento de pena. O aumento do encarceramento acaba colaborando para o recrutamento por parte de organizações criminosas, porque aumenta justamente a população carcerária que está sob o domínio desses grupos.  Agência Brasil: Há dificuldade de criar políticas alternativas de segurança pública? Carolina Grillo: Sim. O que a gente observa em alguns estados, como a Bahia e São Paulo, é que eles estão copiando o modus operandi das polícias do Rio de Janeiro e agravando o problema de segurança pública que existia lá.  São Paulo, por exemplo, historicamente não tinha problema de controle territorial armado. Nas operações que têm sido realizadas em São Paulo, tem havido um aumento muito grande da letalidade policial, o que pode ser um fator indutor de resistência armada à atuação da polícia em alguns territórios, algo que não existia em São Paulo, onde a polícia podia circular por todos os territórios da cidade [capital] e do estado de uma maneira geral. Na Bahia, a gente observa o mesmo. A polícia tem copiado o modus operandi das polícias do Rio de Janeiro, muito inspiradas pela popularidade junto à população. A diferença é que existem, sim, alguns empreendimentos do governo do Estado da Bahia tentando oferecer novas alternativas, como a produção de alguma inteligência para que se possa enfim mudar esse caminho. Agência Brasil: Essa repetição do modelo fluminense de atuação na segurança pública é deliberada pelas secretarias de segurança ou é uma iniciativa dos próprios policiais? As secretarias de segurança têm efetivo controle das polícias? Carolina Grillo: Em nenhum estado se pode dizer que o governador possui efetivo controle das forças de segurança. As instituições policiais possuem grupos muito poderosos no seu interior e uma relativa autonomia. Os próprios agentes na rua possuem discricionariedade. No entanto, quando se tem, como no caso do Rio de Janeiro ou de São Paulo, governadores que deliberadamente manifestam apoio e dão uma chancela à atuação policial letal, afirmando que certas mortes ocorreram de maneira legítima antes que elas sejam investigadas, a promessa de impunidade estimula a atuação ação policial violenta.  É claro que, por meio de nomeações do alto comando, de troca de do comando de diferentes batalhões especiais e batalhões diários, os governadores e as secretarias de segurança pública conseguem ter algum poder sobre as polícias. Não é um poder pleno, efetivamente, mas há uma possibilidade de direcionar a atuação dessas forças.  Em todos os estados brasileiros, o que a gente observa é uma repetição do respaldo institucional, não apenas por parte do Poder Executivo, que funciona como garantia da impunidade à ação policial letal. Agência Brasil: Como isso se dá? Carolina Grillo: Por exemplo, a maioria das mortes é praticada por policiais militares. A Polícia Civil, que também pratica mortes em serviço, quando investiga a Polícia Militar, não realiza investigações que cheguem a esclarecer as circunstâncias daquelas mortes. Assim, o Ministério Público tende a solicitar o arquivamento judicial do caso, a Justiça tende a aceitar, e a opinião pública tende a se dar por satisfeita.  Então, há uma tendência de não esclarecimento de mortes praticadas por agentes policiais em serviço e, normalmente, a versão apresentada por esses policiais é a única prova utilizada para o arquivamento desses casos. Não havendo perícia no local, há um déficit muito grande de produção de evidências.  É claro que não dá para afirmar que todas essas mortes sejam resultados de abuso da força. Muitas vezes pode, sim, haver uma legítima defesa, e a polícia está respaldada legalmente para utilizar da força em caso de legítima defesa.   Dezenas de corpos são trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro. Operação Contenção. Foto: Tomaz Silva /Agência Brasil

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Agência Brasil
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Poucos dias depois de completar três meses, a operação policial mais letal da história do Brasil foi destaque no alerta feito nesta semana pela organização não governamental Human Rights Watch, que apontou que o uso irrestrito da força letal pela polícia como estratégia de segurança tem resultado em mais violência e insegurança no país. Forças policiais mataram 5.920 pessoas no Brasil de janeiro a novembro de 2025, e o episódio de maior letalidade foi a Operação Contenção, no Rio de Janeiro, em 28 de outubro, quando 122 pessoas morreram ─ incluindo cinco policiais.  Notícias relacionadas: Abuso policial gera mais insegurança, diz Human Rights Watch. Psol aciona STF contra “gratificação faroeste” a policiais que matam. Brasil é denunciado à OEA por ações policiais do governo de SP. O relatório cita ainda que 185 policiais foram mortos no ano passado, segundo dados do Ministério da Justiça. E outros 131 cometeram suicídio. A especialista em conflitos, crimes e violência e professora do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal Fluminense (UFF) Carolina Grillo vê um empobrecimento do debate sobre segurança pública no país, com a insistência em repetir e intensificar modelos que não tem produzido resultados há décadas. “O que a gente observa em alguns estados, como a Bahia e como São Paulo, é que eles estão copiando o modus operandi das polícias do Rio de Janeiro e agravando o problema de segurança pública que existia lá”. Ela acrescenta que essa replicação agrava a impunidade dos crimes cometidos por agentes do Estado e chancela uma atuação mais letal por parte de policiais que já agem com relativa autonomia e discricionariedade nas ruas. “Em nenhum estado se pode dizer que o governador possui efetivo controle das forças de segurança. As instituições policiais possuem grupos muito poderosos no seu interior e uma relativa autonomia. Os próprios agentes na rua possuem discricionariedade”, afirma. “A promessa de impunidade estimula a atuação policial violenta”.   Audiência Pública sobre Operação Escudo/Verão, organizada pela Ouvidoria de Polícia de São Paulo e Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos, na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo - USP. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil Confira os principais trechos da entrevista Agência Brasil: Por que você acredita que há insistência em grandes operações com muitas mortes de pessoas supostamente envolvidas com crime? Carolina Grillo: É complicado eu supor as intenções por trás das atitudes políticas. As operações policiais e as altas taxas de letalidade policial são empregadas com o principal método de controle do crime no Rio de Janeiro há décadas, e a gente observa um aumento constante do controle territorial armado. E, embora a própria polícia saiba da ineficiência, essas operações trazem retornos eleitorais.  Há um empobrecimento do debate público no campo da segurança pública, em que há uma insistência em acreditar que fazer mais do mesmo, mais daquilo que se faz há décadas e não funciona, se for intensificado, vai funcionar.  A cada nova operação espetaculosa, a gente observa um aumento da popularidade dos mandatários que a autorizaram, em virtude de criar a sensação na população de que ‘estão fazendo alguma coisa’. Ações de inteligência, como as investigações do Gaeco [Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado] e as investigações da Polícia Federal, que têm efeito muito mais consistente no desmantelamento do crime organizado, são ações silenciosas. Não são ações como a Operação Contenção, com impacto social muito grande. Agência Brasil: Podemos acrescentar que essas ações de inteligência são pouco imagéticas para a televisão, e nós, jornalistas, contribuímos para dilatar esses efeitos, fazendo espetáculo das operações? Carolina Grillo: A minha crítica à imprensa, no caso específico da Operação Contenção, é que a cobertura foi bastante tendenciosa de uma maneira geral. Havia diversos discursos competindo sobre como interpretar essa operação, e o discurso do governo do Estado do Rio de Janeiro predominou nas narrativas da imprensa nacional.  O fato de se ter sido uma chacina, um massacre com um número muito elevado de mortos, escandalizou a imprensa internacional e não escandalizou a imprensa nacional, que já naturalizou essas mortes. O que, de alguma forma, contribui para reiterar uma narrativa oficial de que a operação tinha como objetivo o combate ao Comando Vermelho.   Mesa com autoridades do Estado do Rio de Janeiro durante coletiva de imprensa sobre a Operação Contenção na Cidade da Polícia, no Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil Agência Brasil: Neste ano, teremos eleições. Como vê o peso da segurança pública na pauta da próxima campanha eleitoral? Carolina Grillo: Algumas pesquisas de opinião mostraram que, no ano passado, pela primeira vez na história, segurança pública despontou como principal preocupação da população brasileira, superando desigualdade [socioeconômica], saúde e educação. Isso é um fenômeno recente.  O que a gente observa é que o espectro do debate público sobre a segurança pública é bastante limitado. Há, de um lado, uma extrema direita defendendo o extermínio aberto de criminosos; e, do outro lado, algumas posturas de esquerda não avançando muito além de oferecer um endurecimento penal e aumento de penas para determinados crimes.  Há um desafio de que se elaborem alternativas de fato eficientes, diferentes daquelas que já são apresentadas como endurecimento de pena. O aumento do encarceramento acaba colaborando para o recrutamento por parte de organizações criminosas, porque aumenta justamente a população carcerária que está sob o domínio desses grupos.  Agência Brasil: Há dificuldade de criar políticas alternativas de segurança pública? Carolina Grillo: Sim. O que a gente observa em alguns estados, como a Bahia e São Paulo, é que eles estão copiando o modus operandi das polícias do Rio de Janeiro e agravando o problema de segurança pública que existia lá.  São Paulo, por exemplo, historicamente não tinha problema de controle territorial armado. Nas operações que têm sido realizadas em São Paulo, tem havido um aumento muito grande da letalidade policial, o que pode ser um fator indutor de resistência armada à atuação da polícia em alguns territórios, algo que não existia em São Paulo, onde a polícia podia circular por todos os territórios da cidade [capital] e do estado de uma maneira geral. Na Bahia, a gente observa o mesmo. A polícia tem copiado o modus operandi das polícias do Rio de Janeiro, muito inspiradas pela popularidade junto à população. A diferença é que existem, sim, alguns empreendimentos do governo do Estado da Bahia tentando oferecer novas alternativas, como a produção de alguma inteligência para que se possa enfim mudar esse caminho. Agência Brasil: Essa repetição do modelo fluminense de atuação na segurança pública é deliberada pelas secretarias de segurança ou é uma iniciativa dos próprios policiais? As secretarias de segurança têm efetivo controle das polícias? Carolina Grillo: Em nenhum estado se pode dizer que o governador possui efetivo controle das forças de segurança. As instituições policiais possuem grupos muito poderosos no seu interior e uma relativa autonomia. Os próprios agentes na rua possuem discricionariedade. No entanto, quando se tem, como no caso do Rio de Janeiro ou de São Paulo, governadores que deliberadamente manifestam apoio e dão uma chancela à atuação policial letal, afirmando que certas mortes ocorreram de maneira legítima antes que elas sejam investigadas, a promessa de impunidade estimula a atuação ação policial violenta.  É claro que, por meio de nomeações do alto comando, de troca de do comando de diferentes batalhões especiais e batalhões diários, os governadores e as secretarias de segurança pública conseguem ter algum poder sobre as polícias. Não é um poder pleno, efetivamente, mas há uma possibilidade de direcionar a atuação dessas forças.  Em todos os estados brasileiros, o que a gente observa é uma repetição do respaldo institucional, não apenas por parte do Poder Executivo, que funciona como garantia da impunidade à ação policial letal. Agência Brasil: Como isso se dá? Carolina Grillo: Por exemplo, a maioria das mortes é praticada por policiais militares. A Polícia Civil, que também pratica mortes em serviço, quando investiga a Polícia Militar, não realiza investigações que cheguem a esclarecer as circunstâncias daquelas mortes. Assim, o Ministério Público tende a solicitar o arquivamento judicial do caso, a Justiça tende a aceitar, e a opinião pública tende a se dar por satisfeita.  Então, há uma tendência de não esclarecimento de mortes praticadas por agentes policiais em serviço e, normalmente, a versão apresentada por esses policiais é a única prova utilizada para o arquivamento desses casos. Não havendo perícia no local, há um déficit muito grande de produção de evidências.  É claro que não dá para afirmar que todas essas mortes sejam resultados de abuso da força. Muitas vezes pode, sim, haver uma legítima defesa, e a polícia está respaldada legalmente para utilizar da força em caso de legítima defesa.   Dezenas de corpos são trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro. Operação Contenção. Foto: Tomaz Silva /Agência Brasil

Замах на генерала Алексєєва був скоєний вранці 6 лютого у його будинку в Москві

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Замах на генерала Алексєєва був скоєний вранці 6 лютого у його будинку в Москві

Энрике Ариаса Хиля обвиняют в шпионаже и кибератаках в пользу Москвы

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Энрике Ариаса Хиля обвиняют в шпионаже и кибератаках в пользу Москвы

Prokuroria Themelore Publike për Ndjekjen e Krimit të Organizuar dhe Korrupsionit, duke vepruar sipas një kallëzimi penal, lëshoi ​​urdhër për zbatimin e një procedure hetimore kundër tre personave nga Shkupi. Ekziston dyshim i bazuar se të dyshuarit kanë kryer veprën penale “bashkim kriminal” dhe veprën penale “prodhim, posedim, ndërmjetësim dhe tregtim i paautorizuar me armë […]

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Prokuroria Themelore Publike për Ndjekjen e Krimit të Organizuar dhe Korrupsionit, duke vepruar sipas një kallëzimi penal, lëshoi ​​urdhër për zbatimin e një procedure hetimore kundër tre personave nga Shkupi. Ekziston dyshim i bazuar se të dyshuarit kanë kryer veprën penale “bashkim kriminal” dhe veprën penale “prodhim, posedim, ndërmjetësim dhe tregtim i paautorizuar me armë […]

49 minutes

Радыё Свабода/Радыё Свабодная Эўропа
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Паводле «Коммерсанта», затрыманых двое. Адзін зь іх, як мяркуюць сьледчыя, тройчы стрэліў у генэрала галоўнага ўпраўленьня генштабу расейскага войска Ўладзіміра Аляксеева.

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Паводле «Коммерсанта», затрыманых двое. Адзін зь іх, як мяркуюць сьледчыя, тройчы стрэліў у генэрала галоўнага ўпраўленьня генштабу расейскага войска Ўладзіміра Аляксеева.

Le 11 septembre 2012, une vingtaine de combattants jihadistes attaquaient le consulat de Benghazi en Libye. L'ambassadeur américain Chris Stevens et un employé, Sean Smith perdaient la vie dans l'incendie de la villa où ils s'étaient réfugiés. Le même jour, deux membres de l'unité d'élite des Navy Seals étaient tués dans une seconde attaque au mortier dans un immeuble utilisé par la CIA. Quatorze ans après, Washington a annoncé l'arrestation d'un homme présenté comme l'un des acteurs clefs ces opérations. La justice américaine indique qu'al-Zoubeir al-Bakouch a été extradé aux Etats Unis ou il sera jugé.

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Le 11 septembre 2012, une vingtaine de combattants jihadistes attaquaient le consulat de Benghazi en Libye. L'ambassadeur américain Chris Stevens et un employé, Sean Smith perdaient la vie dans l'incendie de la villa où ils s'étaient réfugiés. Le même jour, deux membres de l'unité d'élite des Navy Seals étaient tués dans une seconde attaque au mortier dans un immeuble utilisé par la CIA. Quatorze ans après, Washington a annoncé l'arrestation d'un homme présenté comme l'un des acteurs clefs ces opérations. La justice américaine indique qu'al-Zoubeir al-Bakouch a été extradé aux Etats Unis ou il sera jugé.

50 minutes

Agência Brasil
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Ao menos 29 brasileiros morreram em janeiro deste ano por complicações em decorrência da Covid-19, segundo o informativo Vigilância das Síndromes Gripais. A informação coloca o SarsCov-2 como o vírus mais mortal entre os identificados para os brasileiros nesse mês. Os números podem aumentar, pois parte das investigações sobre causas de óbito ainda está em andamento ou pode não estar atualizada.  Das 163 mortes causadas por Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG) nas primeiras quatro semanas deste ano, 117 não tiveram o principal vírus causador identificado. Notícias relacionadas: Boletim InfoGripe diz que VSR supera covid-19 em mortes de crianças. Há 5 anos, Brasil aplicava primeiras doses de vacina contra a covid-19. Após cinco anos de vacinação, covid recua, mas ainda preocupa . A mais letal, com 29 casos, foi a Covid-19, seguida pela Influenza A H3N2, com sete casos, pelo Rinovírus, com sete casos, e pela Influenza A não subtipada, com seis casos. Vírus Os demais vírus - H1N1, Influenza B e VSR - somaram cinco mortes. Ao todo, 4.587 casos, incluídos os não letais, foram registrados no período, dos quais 3.373 não tiveram os vírus causadores identificados. O estado com mais mortes confirmadas foi São Paulo: 15 óbitos em 140 casos registrados. As mortes atingiram principalmente os idosos com mais de 65 anos: 108 no total. Entre os casos com identificação de SarsCov-2, 19 tinham mais de 65 anos. Dados de vacinação indicam que a cobertura está abaixo do considerado ideal. Desde 2024, a vacina contra a Covid-19 foi incluída no calendário básico de vacinação de três grupos: crianças, idosos e gestantes.  Além disso, pessoas que fazem parte de grupos especiais devem reforçar a imunização periodicamente. No entanto, cumprir esse calendário tem sido um desafio no Brasil. Vacinas A cobertura, no entanto, está longe do ideal. Em 2025, de cada dez doses distribuídas pelo Ministério da Saúde a estados e municípios, menos de quatro foram utilizadas. Foram, ao todo, 21,9 milhões de vacinas, e apenas oito milhões aplicadas. Dados da plataforma Infogripe - da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) - que monitora a ocorrência da chamada síndrome respiratória aguda grave (SRAG), mostram que, em 2025, pelo menos 10.410 pessoas adoeceram com gravidade após a infecção pelo coronavírus, com cerca de 1,7 mil mortes.

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Agência Brasil
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Ao menos 29 brasileiros morreram em janeiro deste ano por complicações em decorrência da Covid-19, segundo o informativo Vigilância das Síndromes Gripais. A informação coloca o SarsCov-2 como o vírus mais mortal entre os identificados para os brasileiros nesse mês. Os números podem aumentar, pois parte das investigações sobre causas de óbito ainda está em andamento ou pode não estar atualizada.  Das 163 mortes causadas por Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG) nas primeiras quatro semanas deste ano, 117 não tiveram o principal vírus causador identificado. Notícias relacionadas: Boletim InfoGripe diz que VSR supera covid-19 em mortes de crianças. Há 5 anos, Brasil aplicava primeiras doses de vacina contra a covid-19. Após cinco anos de vacinação, covid recua, mas ainda preocupa . A mais letal, com 29 casos, foi a Covid-19, seguida pela Influenza A H3N2, com sete casos, pelo Rinovírus, com sete casos, e pela Influenza A não subtipada, com seis casos. Vírus Os demais vírus - H1N1, Influenza B e VSR - somaram cinco mortes. Ao todo, 4.587 casos, incluídos os não letais, foram registrados no período, dos quais 3.373 não tiveram os vírus causadores identificados. O estado com mais mortes confirmadas foi São Paulo: 15 óbitos em 140 casos registrados. As mortes atingiram principalmente os idosos com mais de 65 anos: 108 no total. Entre os casos com identificação de SarsCov-2, 19 tinham mais de 65 anos. Dados de vacinação indicam que a cobertura está abaixo do considerado ideal. Desde 2024, a vacina contra a Covid-19 foi incluída no calendário básico de vacinação de três grupos: crianças, idosos e gestantes.  Além disso, pessoas que fazem parte de grupos especiais devem reforçar a imunização periodicamente. No entanto, cumprir esse calendário tem sido um desafio no Brasil. Vacinas A cobertura, no entanto, está longe do ideal. Em 2025, de cada dez doses distribuídas pelo Ministério da Saúde a estados e municípios, menos de quatro foram utilizadas. Foram, ao todo, 21,9 milhões de vacinas, e apenas oito milhões aplicadas. Dados da plataforma Infogripe - da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) - que monitora a ocorrência da chamada síndrome respiratória aguda grave (SRAG), mostram que, em 2025, pelo menos 10.410 pessoas adoeceram com gravidade após a infecção pelo coronavírus, com cerca de 1,7 mil mortes.

Refuzimi i dhënies së provimit të jurisprudencës në gjuhën shqipe, përkundër asaj se nuk e ndalon Ligji, nga ana e Ministrit të Drejtësisë Filkov, paraqet strategji dhe obstruksionit kundër gjuhës shqipe. Ky është vlerësimi i profesorit universitar të juridikut, Mersim Maksuti. Sipas tij ky akt i refuzimit, do të shërbej edhe si nje argument plus […]

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Refuzimi i dhënies së provimit të jurisprudencës në gjuhën shqipe, përkundër asaj se nuk e ndalon Ligji, nga ana e Ministrit të Drejtësisë Filkov, paraqet strategji dhe obstruksionit kundër gjuhës shqipe. Ky është vlerësimi i profesorit universitar të juridikut, Mersim Maksuti. Sipas tij ky akt i refuzimit, do të shërbej edhe si nje argument plus […]