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Dispersados, indígenas sofreram processo de degeneração cultural O post MPF cobra indenização por etnocídio do povo Krenak durante ditadura apareceu primeiro em Brasil de Fato.

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A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, criticou, nesta quinta-feira (3), o governo dos Estados Unidos por elevar o valor das tarifas de importação cobradas de produtos vendidos por parceiros comerciais, incluindo o Brasil. Para a ministra, o "tarifaço" de ao menos 10% para produtos estrangeiros que o presidente americano Donald Trump anunciou ontem (2) pode desencadear uma guerra tarifária, com países que fazem negócio com os Estados Unidos adotando medidas parecidas. Notícias relacionadas: Entenda a guerra de tarifas de Trump e consequências para Brasil. Marina Silva destaca força do Brics como líder da transição ecológica. Trump anuncia taxa de 10% para produtos brasileiros . Ela avalia que, além de fomentar um clima de desconfiança entre as nações, o “rompimento com o multilateralismo” representa uma ameaça à cooperação internacional necessária para conter as mudanças climáticas globais. “Esse rompimento com o multilateralismo, essas visões unilaterais, são muito negativas e prejudicam muito a cooperação e a ação climática conjunta. Isso esgarça as relações, afasta a cooperação, mina as relações de confiança entre os povos. E o nosso papel é o de reforçar a solidariedade, o apoio, a cooperação e a livre iniciativa no mercado”, disse a ministra, sem citar nominalmente os Estados Unidos e seu presidente. Esta semana, o próprio Congresso Nacional brasileiro aprovou o projeto que instituiu a chamada Lei da Reciprocidade Comercial, autorizando o governo brasileiro a adotar medidas comerciais contra países e blocos que imponham barreiras aos produtos do Brasil no mercado global. “Essa guerra tarifária não é boa para ninguém”, declarou a ministra durante entrevista coletiva concedida logo após o término da 11ª reunião dos ministros de Meio Ambiente do Brics, bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, além de Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes, Etiópia, Indonésia e Irã. O evento aconteceu hoje, em Brasília. “O país que mais está defendendo este tipo de protecionismo foi um dos que [no passado] mais estimularam que a gente [o mundo] deveria ter uma livre iniciativa, a liberdade de ação no mercado”, comentou Marina ao estabelecer paralelo com conflitos geopolíticos armados, como a invasão da Ucrânia pela Rússia e a disputa entre israelenses e palestinos, no Oriente Médio. Segundo Marina Silva, a desconfiança cria situações de insegurança, o que faz com que os países comecem a deslocar recursos que poderiam ser usados no financiamento do combate às mudanças climáticas e da proteção da biodiversidade para investimentos em mais segurança. "Nesse momento, na minha opinião, em lugar de estarmos fazendo guerra uns com os outros, seja guerra bélica ou tarifária, deveríamos estar guerreando contra a pobreza, a mudança do clima, a desertificação e a perda de biodiversidade. É isso que está ameaçando nossas vidas e nossos sistemas produtivos, sejam eles industriais ou alimentares”, concluiu a ministra.
A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, criticou, nesta quinta-feira (3), o governo dos Estados Unidos por elevar o valor das tarifas de importação cobradas de produtos vendidos por parceiros comerciais, incluindo o Brasil. Para a ministra, o "tarifaço" de ao menos 10% para produtos estrangeiros que o presidente americano Donald Trump anunciou ontem (2) pode desencadear uma guerra tarifária, com países que fazem negócio com os Estados Unidos adotando medidas parecidas. Notícias relacionadas: Entenda a guerra de tarifas de Trump e consequências para Brasil. Marina Silva destaca força do Brics como líder da transição ecológica. Trump anuncia taxa de 10% para produtos brasileiros . Ela avalia que, além de fomentar um clima de desconfiança entre as nações, o “rompimento com o multilateralismo” representa uma ameaça à cooperação internacional necessária para conter as mudanças climáticas globais. “Esse rompimento com o multilateralismo, essas visões unilaterais, são muito negativas e prejudicam muito a cooperação e a ação climática conjunta. Isso esgarça as relações, afasta a cooperação, mina as relações de confiança entre os povos. E o nosso papel é o de reforçar a solidariedade, o apoio, a cooperação e a livre iniciativa no mercado”, disse a ministra, sem citar nominalmente os Estados Unidos e seu presidente. Esta semana, o próprio Congresso Nacional brasileiro aprovou o projeto que instituiu a chamada Lei da Reciprocidade Comercial, autorizando o governo brasileiro a adotar medidas comerciais contra países e blocos que imponham barreiras aos produtos do Brasil no mercado global. “Essa guerra tarifária não é boa para ninguém”, declarou a ministra durante entrevista coletiva concedida logo após o término da 11ª reunião dos ministros de Meio Ambiente do Brics, bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, além de Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes, Etiópia, Indonésia e Irã. O evento aconteceu hoje, em Brasília. “O país que mais está defendendo este tipo de protecionismo foi um dos que [no passado] mais estimularam que a gente [o mundo] deveria ter uma livre iniciativa, a liberdade de ação no mercado”, comentou Marina ao estabelecer paralelo com conflitos geopolíticos armados, como a invasão da Ucrânia pela Rússia e a disputa entre israelenses e palestinos, no Oriente Médio. Segundo Marina Silva, a desconfiança cria situações de insegurança, o que faz com que os países comecem a deslocar recursos que poderiam ser usados no financiamento do combate às mudanças climáticas e da proteção da biodiversidade para investimentos em mais segurança. "Nesse momento, na minha opinião, em lugar de estarmos fazendo guerra uns com os outros, seja guerra bélica ou tarifária, deveríamos estar guerreando contra a pobreza, a mudança do clima, a desertificação e a perda de biodiversidade. É isso que está ameaçando nossas vidas e nossos sistemas produtivos, sejam eles industriais ou alimentares”, concluiu a ministra.
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A Mostra de Cinema de Tiradentes organizou exibições de 12 filmes brasileiros para o público do festival Regards Satellites, em Paris, na França. As produções estarão em quatro espaços da cidade, com sessões que começaram hoje (3) e terminam na próxima segunda-feira (7). Para a abertura, foram selecionados o curta-metragem mineiro Fantasmas, de André Novais Oliveira, e o longa-metragem Estrada para Ythaca, de Guto Parente, Luiz Pretti, Ricardo Pretti e Pedro Diógenes. As sessões serão no Cinéma L’Ecran. Notícias relacionadas: Festival É Tudo Verdade exibe 85 documentários a partir desta quinta. Mostra Tiradentes SP estreia nesta quinta na capital paulista. Exibição de Central do Brasil será acompanhada por orquestra no Rio. A programação ainda conta com o longa É Rocha e Rio, Negro Leo, de Paula Gaitán (SP), que se propôs a trazer enquadramentos sensoriais sobre as criações do compositor, cantor e violinista Negro Leo e o Rio de Janeiro; os curtas A Maldição Tropical, de Luisa Marques e Darks Miranda (RJ); Quando Aqui, de André Novais Oliveira (MG); Vando Vulgo Vedita, de Leonardo Mouramateus e Andréia Pires (CE); e os longas O Quadrado de Joana, de Tiago Mata Machado (MG), Pacific, de Marcelo Pedroso (PE), A Vizinhança do Tigre, de Affonso Uchôa (MG), Baronesa, de Juliana Antunes (MG), Kickflip, de Lucca Filippin (SP) e Batguano, de Tavinho Teixeira (PB). A organização da mostra aproveitará a ocasião para o público adentrar o universo do cinema brasileiro com Saint-Denis por Lincoln Péricles, uma cinexperiência cinematográfica em curso, atividade que faz parte de projeto do cineasta Lincoln Péricles, morador do Capão Redondo, na periferia de São Paulo, e que, atualmente, participa de uma residência artística em Saint-Denis. Para fechar a mostra, em 9 de abril, a Salle Langevin recepcionará os curadores Cléber Eduardo e Francis Vogner dos Reis para o debate No coração da Mostra de Tiradentes: Que convergências existem entre a prática crítica e a programação deste festival de cinema? Eduardo explica que os títulos que compõem a mostra são de 2008 em diante e que a distinção dos vencedores da mostra de Tiradentes, a partir de 2010, era mais perceptível quanto aos aspectos formais do que temáticos, mesmo que eventualmente semeassem discussões sobre o momento do país. "O que une todos os filmes é que foram importantes para a Mostra de Tiradentes porque se tornaram um pouco paradigmáticos dentro do evento. Nossa mostra também foi importante para eles, porque foi ali que ganharam algum destaque, alguns se projetando para o Brasil e para festivais no país, e outros para fora do Brasil", afirmou. O que particulariza o conjunto de filmes da mostra levada a Paris é que são todos de baixo orçamento. Quanto a isso, o curador diz ser um ponto positivo, porque, apesar de os realizadores rodarem em "condições semiprecárias", a ausência de financiadores permitiu que trabalhassem sem trair a integridade do projeto como o conceberam. "Tem filme feito só com o realizador, a câmera e o que está sendo filmado. Não tem equipe no momento da filmagem, e vai ter equipe só na finalização. O que une todos é uma espécie de modo de produção e estética do mínimo." Para o cineasta, nesse modo de produção e estética do mínimo, há uma atitude política. Mas não é uma atitude política com as grandes questões do Brasil. É uma atitude política em relação ao que pode ser fazer cinema no Brasil e, muitas vezes, à margem das políticas públicas. E aí, estou falando de um arco, e é muito fácil jogar toda a culpa no Bolsonaro. Então, eram filmes que estavam à margem também das políticas públicas de outros governos. Tem uma primeira atitude política que é para dentro do próprio realizar cinematográfico. Essa é uma geração que não esperou, como outras antes, ganhar o primeiro edital de longa, eles foram fazendo e, depois, com o tempo, foram ganhando editais." Responsável por coordenar a mostra de Paris, Raquel Hallak afirma que a leva que vai ao outro continente é resultante de um forte desejo da França por conhecer mais a fundo o cinema brasileiro. "Eles têm muito interesse pelo cinema que a gente exibe, em que a gente acredita, mostrando exatamente o que tem de mais novo, em termos de narrativa, de estética, de inovação no cinema brasileiro, quem está surgindo na cena", diz. Segundo a coordenadora, a França sempre está presente em outros festivais, como a Mostra de Cinema de Ouro Preto (CineOP), e disposta a contribuir para a preservação de acervos. "E nesses diálogos todos que acaba correspondendo ao ecossistema do audiovisual." A programação completa pode ser conferida no site oficial da Mostra de Tiradentes.
A Mostra de Cinema de Tiradentes organizou exibições de 12 filmes brasileiros para o público do festival Regards Satellites, em Paris, na França. As produções estarão em quatro espaços da cidade, com sessões que começaram hoje (3) e terminam na próxima segunda-feira (7). Para a abertura, foram selecionados o curta-metragem mineiro Fantasmas, de André Novais Oliveira, e o longa-metragem Estrada para Ythaca, de Guto Parente, Luiz Pretti, Ricardo Pretti e Pedro Diógenes. As sessões serão no Cinéma L’Ecran. Notícias relacionadas: Festival É Tudo Verdade exibe 85 documentários a partir desta quinta. Mostra Tiradentes SP estreia nesta quinta na capital paulista. Exibição de Central do Brasil será acompanhada por orquestra no Rio. A programação ainda conta com o longa É Rocha e Rio, Negro Leo, de Paula Gaitán (SP), que se propôs a trazer enquadramentos sensoriais sobre as criações do compositor, cantor e violinista Negro Leo e o Rio de Janeiro; os curtas A Maldição Tropical, de Luisa Marques e Darks Miranda (RJ); Quando Aqui, de André Novais Oliveira (MG); Vando Vulgo Vedita, de Leonardo Mouramateus e Andréia Pires (CE); e os longas O Quadrado de Joana, de Tiago Mata Machado (MG), Pacific, de Marcelo Pedroso (PE), A Vizinhança do Tigre, de Affonso Uchôa (MG), Baronesa, de Juliana Antunes (MG), Kickflip, de Lucca Filippin (SP) e Batguano, de Tavinho Teixeira (PB). A organização da mostra aproveitará a ocasião para o público adentrar o universo do cinema brasileiro com Saint-Denis por Lincoln Péricles, uma cinexperiência cinematográfica em curso, atividade que faz parte de projeto do cineasta Lincoln Péricles, morador do Capão Redondo, na periferia de São Paulo, e que, atualmente, participa de uma residência artística em Saint-Denis. Para fechar a mostra, em 9 de abril, a Salle Langevin recepcionará os curadores Cléber Eduardo e Francis Vogner dos Reis para o debate No coração da Mostra de Tiradentes: Que convergências existem entre a prática crítica e a programação deste festival de cinema? Eduardo explica que os títulos que compõem a mostra são de 2008 em diante e que a distinção dos vencedores da mostra de Tiradentes, a partir de 2010, era mais perceptível quanto aos aspectos formais do que temáticos, mesmo que eventualmente semeassem discussões sobre o momento do país. "O que une todos os filmes é que foram importantes para a Mostra de Tiradentes porque se tornaram um pouco paradigmáticos dentro do evento. Nossa mostra também foi importante para eles, porque foi ali que ganharam algum destaque, alguns se projetando para o Brasil e para festivais no país, e outros para fora do Brasil", afirmou. O que particulariza o conjunto de filmes da mostra levada a Paris é que são todos de baixo orçamento. Quanto a isso, o curador diz ser um ponto positivo, porque, apesar de os realizadores rodarem em "condições semiprecárias", a ausência de financiadores permitiu que trabalhassem sem trair a integridade do projeto como o conceberam. "Tem filme feito só com o realizador, a câmera e o que está sendo filmado. Não tem equipe no momento da filmagem, e vai ter equipe só na finalização. O que une todos é uma espécie de modo de produção e estética do mínimo." Para o cineasta, nesse modo de produção e estética do mínimo, há uma atitude política. Mas não é uma atitude política com as grandes questões do Brasil. É uma atitude política em relação ao que pode ser fazer cinema no Brasil e, muitas vezes, à margem das políticas públicas. E aí, estou falando de um arco, e é muito fácil jogar toda a culpa no Bolsonaro. Então, eram filmes que estavam à margem também das políticas públicas de outros governos. Tem uma primeira atitude política que é para dentro do próprio realizar cinematográfico. Essa é uma geração que não esperou, como outras antes, ganhar o primeiro edital de longa, eles foram fazendo e, depois, com o tempo, foram ganhando editais." Responsável por coordenar a mostra de Paris, Raquel Hallak afirma que a leva que vai ao outro continente é resultante de um forte desejo da França por conhecer mais a fundo o cinema brasileiro. "Eles têm muito interesse pelo cinema que a gente exibe, em que a gente acredita, mostrando exatamente o que tem de mais novo, em termos de narrativa, de estética, de inovação no cinema brasileiro, quem está surgindo na cena", diz. Segundo a coordenadora, a França sempre está presente em outros festivais, como a Mostra de Cinema de Ouro Preto (CineOP), e disposta a contribuir para a preservação de acervos. "E nesses diálogos todos que acaba correspondendo ao ecossistema do audiovisual." A programação completa pode ser conferida no site oficial da Mostra de Tiradentes.
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O Supremo Tribunal Federal (STF) definiu nesta quinta-feira (3) medidas para combater a letalidade policial durante operações da Polícia Militar contra o crime organizado nas comunidades do Rio de Janeiro. As medidas foram definidas durante o julgamento definitivo da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 635, conhecida como a ADPF das Favelas. Notícias relacionadas: Rio precisa reduzir letalidade policial em 66%, diz Fórum de Segurança. Supremo retoma julgamento sobre letalidade policial no Rio. Rio precisa reduzir letalidade policial em 66%, diz Fórum de Segurança. A decisão da Corte foi anunciada pelo presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, após a definição de um voto de consenso apresentado em nome dos 11 ministros da Corte. Conforme a decisão do tribunal, o governo do Rio deverá seguir diversas regras nessas operações, como o uso proporcional da força policial, câmeras nas viaturas, elaboração de um plano de reocupação de territórios invadidos pelas organizações criminosas, além da entrada da Polícia Federal nas investigações contra milícias e tráfico de drogas interestadual e internacional. Medidas adotadas Câmeras nas viaturas – Em 180 dias, o estado do Rio deverá comprovar a instalação de câmeras nas viaturas das polícias Militar e Civil, exceto nos casos de uso para atividades de investigação. Os equipamentos já são usados nas fardas dos policiais. Proporcionalidade no uso da força – As polícias deverão planejar antecipadamente as operações e fazer uso proporcional da força em cada ocasião; Operações nas proximidades de escolas e hospitais – Devem respeitar o uso da força, principalmente, no horário de entrada e saída das aulas; Reocupação territorial – Os ministros também determinaram que o governo do Rio elabore um plano de reocupação de áreas dominadas pelas organizações criminosas; Morte de policiais e de civis – Os agentes que atenderem a ocorrência devem preservar o local do crime até a chegada de um delegado responsável. O Ministério Público também deverá ser comunicado imediatamente; Ambulâncias em operações policiais - Acompanhamento obrigatório de ambulâncias nas operações; Policia Federal – O STF determinou a abertura de inquérito para apuração de crimes interestaduais e internacionais cometidos pelas organizações criminosas que atuam no Rio. O trabalho será para combater as milícias, tráfico de armas e drogas e lavagem de dinheiro; Corregedorias das polícias – Esses órgãos, que devem acompanhar as ocorrências de mortes, terão prazo de 60 dias para finalizar o eventual processo disciplinar; Buscas domiciliares – Somente durante o dia, exceto em situações de flagrante, não sendo admitido o ingresso forçado de policiais, se não for nessa circunstância; Acompanhamento psicológico de policiais – Obrigatoriedade de participação de policiais envolvidos em operações com mortes em programas de assistência psicológica; Relatórios de operações policiais – A polícia deverá elaborar um relatório das operações e encaminhar ao Ministério Público; Críticas Durante o julgamento, o ministro Edson Fachin, relator do caso, rebateu críticas feitas às restrições da atuação da polícia que foram determinadas pelo STF e disse que as medidas contribuíram para redução dos índices de letalidade policial e de vítimas por disparos da polícia. "Diante de qualquer narrativa de imputar a decisões do STF a responsabilidade de problemas graves e pré-existente à ADPF, problemas que tanto afligem a população do estado, hão de falar mais alto os fatos", afirmou.
O Supremo Tribunal Federal (STF) definiu nesta quinta-feira (3) medidas para combater a letalidade policial durante operações da Polícia Militar contra o crime organizado nas comunidades do Rio de Janeiro. As medidas foram definidas durante o julgamento definitivo da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 635, conhecida como a ADPF das Favelas. Notícias relacionadas: Rio precisa reduzir letalidade policial em 66%, diz Fórum de Segurança. Supremo retoma julgamento sobre letalidade policial no Rio. Rio precisa reduzir letalidade policial em 66%, diz Fórum de Segurança. A decisão da Corte foi anunciada pelo presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, após a definição de um voto de consenso apresentado em nome dos 11 ministros da Corte. Conforme a decisão do tribunal, o governo do Rio deverá seguir diversas regras nessas operações, como o uso proporcional da força policial, câmeras nas viaturas, elaboração de um plano de reocupação de territórios invadidos pelas organizações criminosas, além da entrada da Polícia Federal nas investigações contra milícias e tráfico de drogas interestadual e internacional. Medidas adotadas Câmeras nas viaturas – Em 180 dias, o estado do Rio deverá comprovar a instalação de câmeras nas viaturas das polícias Militar e Civil, exceto nos casos de uso para atividades de investigação. Os equipamentos já são usados nas fardas dos policiais. Proporcionalidade no uso da força – As polícias deverão planejar antecipadamente as operações e fazer uso proporcional da força em cada ocasião; Operações nas proximidades de escolas e hospitais – Devem respeitar o uso da força, principalmente, no horário de entrada e saída das aulas; Reocupação territorial – Os ministros também determinaram que o governo do Rio elabore um plano de reocupação de áreas dominadas pelas organizações criminosas; Morte de policiais e de civis – Os agentes que atenderem a ocorrência devem preservar o local do crime até a chegada de um delegado responsável. O Ministério Público também deverá ser comunicado imediatamente; Ambulâncias em operações policiais - Acompanhamento obrigatório de ambulâncias nas operações; Policia Federal – O STF determinou a abertura de inquérito para apuração de crimes interestaduais e internacionais cometidos pelas organizações criminosas que atuam no Rio. O trabalho será para combater as milícias, tráfico de armas e drogas e lavagem de dinheiro; Corregedorias das polícias – Esses órgãos, que devem acompanhar as ocorrências de mortes, terão prazo de 60 dias para finalizar o eventual processo disciplinar; Buscas domiciliares – Somente durante o dia, exceto em situações de flagrante, não sendo admitido o ingresso forçado de policiais, se não for nessa circunstância; Acompanhamento psicológico de policiais – Obrigatoriedade de participação de policiais envolvidos em operações com mortes em programas de assistência psicológica; Relatórios de operações policiais – A polícia deverá elaborar um relatório das operações e encaminhar ao Ministério Público; Críticas Durante o julgamento, o ministro Edson Fachin, relator do caso, rebateu críticas feitas às restrições da atuação da polícia que foram determinadas pelo STF e disse que as medidas contribuíram para redução dos índices de letalidade policial e de vítimas por disparos da polícia. "Diante de qualquer narrativa de imputar a decisões do STF a responsabilidade de problemas graves e pré-existente à ADPF, problemas que tanto afligem a população do estado, hão de falar mais alto os fatos", afirmou.
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A 79ª edição do Festival de Avignon foi apresentada esta quinta-feira, 3 de Abril, no Instituto do Mundo Árabe, em Paris. Este ano, o evento dedica um terço da sua programação a artistas árabes, uma vez que o árabe é a língua convidada. Com 42 espetáculos e 300 apresentações, o festival reforça o estatuto de Avignon como um centro artístico mundial. A abertura ficar a cargo da coreógrafa cabo-verdiana, Marlene Monteiro Freitas, com o espetáculo "Nôt".
A 79ª edição do Festival de Avignon foi apresentada esta quinta-feira, 3 de Abril, no Instituto do Mundo Árabe, em Paris. Este ano, o evento dedica um terço da sua programação a artistas árabes, uma vez que o árabe é a língua convidada. Com 42 espetáculos e 300 apresentações, o festival reforça o estatuto de Avignon como um centro artístico mundial. A abertura ficar a cargo da coreógrafa cabo-verdiana, Marlene Monteiro Freitas, com o espetáculo "Nôt".
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Muito antes de me tornar jornalista, a política fazia parte do meu dia a dia. Meus familiares eram brizolistas ferrenhos e, por razões compreensíveis, não gostavam do jornalismo praticado pelos veículos da família Marinho. E o que eles faziam a respeito disso? Assinavam o Jornal do Brasil e viam o Jornal da Manchete. Simples assim. […] O post Cobertura titubeante do julgamento de golpistas coloca todo o jornalismo em risco apareceu primeiro em Observatório da Imprensa.

Muito antes de me tornar jornalista, a política fazia parte do meu dia a dia. Meus familiares eram brizolistas ferrenhos e, por razões compreensíveis, não gostavam do jornalismo praticado pelos veículos da família Marinho. E o que eles faziam a respeito disso? Assinavam o Jornal do Brasil e viam o Jornal da Manchete. Simples assim. […] O post Cobertura titubeante do julgamento de golpistas coloca todo o jornalismo em risco apareceu primeiro em Observatório da Imprensa.
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O debate sobre os rumos do jornalismo local está assumindo uma nova cara em decorrência do aumento da complexidade e diversificação dos problemas enfrentados por quem decidiu apostar nesta modalidade de produção de notícias. Cresce a percepção de que os dados obtidos através de experiências exitosas ou fracassadas precisam ser compartilhados para que os empreendedores […] O post A troca de experiências como base para o empreendedorismo jornalístico local apareceu primeiro em Observatório da Imprensa.

O debate sobre os rumos do jornalismo local está assumindo uma nova cara em decorrência do aumento da complexidade e diversificação dos problemas enfrentados por quem decidiu apostar nesta modalidade de produção de notícias. Cresce a percepção de que os dados obtidos através de experiências exitosas ou fracassadas precisam ser compartilhados para que os empreendedores […] O post A troca de experiências como base para o empreendedorismo jornalístico local apareceu primeiro em Observatório da Imprensa.
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A eleição de Donald Trump em 2016 marcou uma inflexão na trajetória econômica e política dos Estados Unidos e do sistema internacional. Sua proposta de “America First” reacendeu práticas e discursos que muitos acreditavam superados. Ao resgatar o protecionismo como eixo central de sua política econômica, a competição interestatal e uma lógica de soma zero, […] O post O retorno do mercantilismo na América de Donald Trump apareceu primeiro em Observatório da Imprensa.

A eleição de Donald Trump em 2016 marcou uma inflexão na trajetória econômica e política dos Estados Unidos e do sistema internacional. Sua proposta de “America First” reacendeu práticas e discursos que muitos acreditavam superados. Ao resgatar o protecionismo como eixo central de sua política econômica, a competição interestatal e uma lógica de soma zero, […] O post O retorno do mercantilismo na América de Donald Trump apareceu primeiro em Observatório da Imprensa.
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Em tempos de mudanças climáticas, as notícias sobre o assunto têm se alastrado com sensacionalismo através de veículos de comunicação e redes sociais. Na primeira quinzena de fevereiro, uma matéria da CNN Brasil alertava a população para altas temperaturas, com projeção para sensação térmica de 70°C. A matéria de ampla repercussão se baseou em dados […] O post Sensacionalismo em alta temperatura contribui para ansiedade climática e desinformação apareceu primeiro em Observatório da Imprensa.

Em tempos de mudanças climáticas, as notícias sobre o assunto têm se alastrado com sensacionalismo através de veículos de comunicação e redes sociais. Na primeira quinzena de fevereiro, uma matéria da CNN Brasil alertava a população para altas temperaturas, com projeção para sensação térmica de 70°C. A matéria de ampla repercussão se baseou em dados […] O post Sensacionalismo em alta temperatura contribui para ansiedade climática e desinformação apareceu primeiro em Observatório da Imprensa.
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Atenta à disseminação de conteúdos intencionalmente falsos e distorcidos, como, por exemplo, os que dizem que o aquecimento global não tem sido causado pela ação humana e que cientistas exageram sobre a intensidade da mudança climática e a urgência de medidas mitigadoras, no ano passado a Comissão Europeia – o órgão executivo da União Europeia […] O post Ferramenta Capí, da Ambiental Media, tira dúvidas sobre a mudança climática com rigor científico e recursos de IA apareceu primeiro em Observatório da Imprensa.

Atenta à disseminação de conteúdos intencionalmente falsos e distorcidos, como, por exemplo, os que dizem que o aquecimento global não tem sido causado pela ação humana e que cientistas exageram sobre a intensidade da mudança climática e a urgência de medidas mitigadoras, no ano passado a Comissão Europeia – o órgão executivo da União Europeia […] O post Ferramenta Capí, da Ambiental Media, tira dúvidas sobre a mudança climática com rigor científico e recursos de IA apareceu primeiro em Observatório da Imprensa.
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O Brasil é um país que se destaca no cenário de produção audiovisual como um dos maiores criadores, produtores e exportadores de telenovelas. Também pudera, com essa imensa gama de talentos artísticos e um povo que ama uma boa trama, somos, no melhor sentido da palavra, “noveleiros assumidos”, com muito orgulho! E se o assunto […] O post No direito autoral vale “quase” tudo, até remake apareceu primeiro em Observatório da Imprensa.

O Brasil é um país que se destaca no cenário de produção audiovisual como um dos maiores criadores, produtores e exportadores de telenovelas. Também pudera, com essa imensa gama de talentos artísticos e um povo que ama uma boa trama, somos, no melhor sentido da palavra, “noveleiros assumidos”, com muito orgulho! E se o assunto […] O post No direito autoral vale “quase” tudo, até remake apareceu primeiro em Observatório da Imprensa.
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A maioria dos europeus está preocupada com a segurança ocidental, com o futuro da OTAN e, o que é mais preocupante, com a própria razão de ser do Ocidente. Outros, mas também os mesmos, estão se perguntando sobre o futuro de seu comércio exterior e de suas economias. Tanto é que as posições nessas duas […] O post Carne e grãos sul-americanos prejudicam as convergências europeias apareceu primeiro em Observatório da Imprensa.

A maioria dos europeus está preocupada com a segurança ocidental, com o futuro da OTAN e, o que é mais preocupante, com a própria razão de ser do Ocidente. Outros, mas também os mesmos, estão se perguntando sobre o futuro de seu comércio exterior e de suas economias. Tanto é que as posições nessas duas […] O post Carne e grãos sul-americanos prejudicam as convergências europeias apareceu primeiro em Observatório da Imprensa.
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A França também tem juiz detestado pela extrema direita tanto quanto o Alexandre de Moraes. Com algumas diferenças: trata-se de uma juíza, não da Suprema Corte, mas de primeira instância. Seu nome é Bénédicte de Perthuis, presidenta da 11ª Vara Criminal de Paris. Foi ela quem assinou, junto com a procuradora Luise Neyton e o […] O post A “tirania dos juízes” na França apareceu primeiro em Observatório da Imprensa.

A França também tem juiz detestado pela extrema direita tanto quanto o Alexandre de Moraes. Com algumas diferenças: trata-se de uma juíza, não da Suprema Corte, mas de primeira instância. Seu nome é Bénédicte de Perthuis, presidenta da 11ª Vara Criminal de Paris. Foi ela quem assinou, junto com a procuradora Luise Neyton e o […] O post A “tirania dos juízes” na França apareceu primeiro em Observatório da Imprensa.
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Março, mês do dia Internacional da Mulher, está chegando ao fim e para não quebrar o movimento iniciado pela pesquisadora do ObjETHOS, Natália Huf, que em 2024 publicou Desigualdade, violência e precarização: não é fácil ser uma mulher jornalista vamos propor um exercício reflexivo e de combate à invisibilização e à desmemória dos desafios histórica e culturalmente […] O post Para não dizer que não falamos de mulheres jornalistas… apareceu primeiro em Observatório da Imprensa.

Março, mês do dia Internacional da Mulher, está chegando ao fim e para não quebrar o movimento iniciado pela pesquisadora do ObjETHOS, Natália Huf, que em 2024 publicou Desigualdade, violência e precarização: não é fácil ser uma mulher jornalista vamos propor um exercício reflexivo e de combate à invisibilização e à desmemória dos desafios histórica e culturalmente […] O post Para não dizer que não falamos de mulheres jornalistas… apareceu primeiro em Observatório da Imprensa.
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Causou repercussão em Florianópolis (SC) a notícia do veículo “Já”, de Porto Alegre (RS), sobre o projeto de construção da uma avenida nos Ingleses, norte da Ilha de Santa Catarina, com a justificativa de desafogar o trânsito na região, uma das mais frequentadas por turistas durante a temporada de verão. A reportagem foi publicada no dia 12 […] O post Grupos de mídia de Florianópolis silenciam conflitos de interesses públicos e privados na especulação imobiliária no litoral apareceu primeiro em Observatório da Imprensa.

Causou repercussão em Florianópolis (SC) a notícia do veículo “Já”, de Porto Alegre (RS), sobre o projeto de construção da uma avenida nos Ingleses, norte da Ilha de Santa Catarina, com a justificativa de desafogar o trânsito na região, uma das mais frequentadas por turistas durante a temporada de verão. A reportagem foi publicada no dia 12 […] O post Grupos de mídia de Florianópolis silenciam conflitos de interesses públicos e privados na especulação imobiliária no litoral apareceu primeiro em Observatório da Imprensa.
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Estudo revela que cidade tem quase 600 mil moradias vulneráveis a desastres O post Chuvas extremas: Rocinha é o bairro do Rio com mais casas em área de alto risco para deslizamentos apareceu primeiro em Brasil de Fato.

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Evento relembra vítimas da violência do Estado e reforça luta por memória, verdade e justiça O post 5ª Caminhada do Silêncio acontece neste domingo em SP em memória às vítimas do Estado apareceu primeiro em Brasil de Fato.

Evento relembra vítimas da violência do Estado e reforça luta por memória, verdade e justiça O post 5ª Caminhada do Silêncio acontece neste domingo em SP em memória às vítimas do Estado apareceu primeiro em Brasil de Fato.
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Morreu na noite desta quarta-feira (2) a jornalista Wanda Chase, ao passar por uma cirurgia de aneurisma da aorta no Hospital Tereza de Lisieux, em Salvador. Segundo a família, ela anunciou que estava com problemas de saúde há cerca de um mês, após uma virose. A jornalista foi diagnosticada com uma infecção urinária depois com uma infecção intestinal. A família informou o falecimento por meio de nota e disse que a jornalista foi uma mulher pioneira e inspiradora na luta pela igualdade racial e pela representatividade na mídia. Notícias relacionadas: Três em cada 10 entregadores de comida enfrentam insegurança alimentar. Mulheres vítimas de violência podem ter reconstrução dentária pelo SUS. “Sua partida deixa um vazio irreparável, mas seu legado de luta, perseverança e paixão pela vida e pela justiça social continuará a inspirar gerações futuras. Para nós, seus familiares, Wanda é referência de alegria, determinação, sensatez, honestidade e competência. Na vida a Wanda amou tudo que fez e nosso amor por ela é para sempre”, diz a nota. Nascida no Amazonas, Wanda Chase construiu sua carreira no jornalismo, passando pelo Jornal A Crítica, Rede Manchete, TV Cabo Branco, Rede Globo Nordeste e, por último, a convite, por 27 anos na TV Bahia. Wanda atuou como repórter, editora, colunista e apresentadora, além de ter sido militante do movimento negro, lutando por mais visibilidade e inclusão para as comunidades afrodescendentes. “Mesmo após sua aposentadoria, Wanda continuou ativa, escrevendo sua coluna “Opraí Wanda Chase” no Portal IBahia e trabalhando em projetos como um podcast Bastidores com Wanda Chase e um livro sobre a axé music”, afirma a nota de pesar. O velório será na sexta-feira (4) a partir das 13h no Cemitério do Campo Santo, sala 03 - no bairro da Federação, em Salvador. Homenagem Em nota, a Secretaria de Cultura da Bahia lamentou a morte de Wanda e disse que a jornalista teve a trajetória marcada pela luta em defesa da igualdade racial e da representatividade na mídia. "Sua atuação em importantes veículos de comunicação a consolidou como uma das mais importantes jornalistas da Bahia." A pasta ainda ressalta que a jornalista seria homenageada com o título de Cidadã Baiana em março, mas devido à hospitalização, não foi possível. A ministra da Cultura, Margareth Menezes, postou uma foto em homenagem à jornalista. "Sua partida deixa uma lacuna no jornalismo e na luta por igualdade racial e justiça social", disse. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Margareth Menezes (@margarethmenezes) O músico Carlinhos Brown agradeceu Wanda pelo trabalho como comunicadora. "Seu poder de comunicação era tão forte que, quando ela chegava na TV, até as comidas ganhavam cheiro através das telas. As roupas, a dança, o olhar, o canto africano. E seus resquícios ganhavam profundidade através da sua potência comunicadora e da sua oralidade". A cantora Daniela Mercury também fez referência à jornalista nas redes sociais. "Nossa Rainha Amazonense dos blocos Afro que contribuiu tanto para o jornalismo e a cultura da Bahia, Vá em paz. Vá com todas as proteções e todo o axé".
Morreu na noite desta quarta-feira (2) a jornalista Wanda Chase, ao passar por uma cirurgia de aneurisma da aorta no Hospital Tereza de Lisieux, em Salvador. Segundo a família, ela anunciou que estava com problemas de saúde há cerca de um mês, após uma virose. A jornalista foi diagnosticada com uma infecção urinária depois com uma infecção intestinal. A família informou o falecimento por meio de nota e disse que a jornalista foi uma mulher pioneira e inspiradora na luta pela igualdade racial e pela representatividade na mídia. Notícias relacionadas: Três em cada 10 entregadores de comida enfrentam insegurança alimentar. Mulheres vítimas de violência podem ter reconstrução dentária pelo SUS. “Sua partida deixa um vazio irreparável, mas seu legado de luta, perseverança e paixão pela vida e pela justiça social continuará a inspirar gerações futuras. Para nós, seus familiares, Wanda é referência de alegria, determinação, sensatez, honestidade e competência. Na vida a Wanda amou tudo que fez e nosso amor por ela é para sempre”, diz a nota. Nascida no Amazonas, Wanda Chase construiu sua carreira no jornalismo, passando pelo Jornal A Crítica, Rede Manchete, TV Cabo Branco, Rede Globo Nordeste e, por último, a convite, por 27 anos na TV Bahia. Wanda atuou como repórter, editora, colunista e apresentadora, além de ter sido militante do movimento negro, lutando por mais visibilidade e inclusão para as comunidades afrodescendentes. “Mesmo após sua aposentadoria, Wanda continuou ativa, escrevendo sua coluna “Opraí Wanda Chase” no Portal IBahia e trabalhando em projetos como um podcast Bastidores com Wanda Chase e um livro sobre a axé music”, afirma a nota de pesar. O velório será na sexta-feira (4) a partir das 13h no Cemitério do Campo Santo, sala 03 - no bairro da Federação, em Salvador. Homenagem Em nota, a Secretaria de Cultura da Bahia lamentou a morte de Wanda e disse que a jornalista teve a trajetória marcada pela luta em defesa da igualdade racial e da representatividade na mídia. "Sua atuação em importantes veículos de comunicação a consolidou como uma das mais importantes jornalistas da Bahia." A pasta ainda ressalta que a jornalista seria homenageada com o título de Cidadã Baiana em março, mas devido à hospitalização, não foi possível. A ministra da Cultura, Margareth Menezes, postou uma foto em homenagem à jornalista. "Sua partida deixa uma lacuna no jornalismo e na luta por igualdade racial e justiça social", disse. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Margareth Menezes (@margarethmenezes) O músico Carlinhos Brown agradeceu Wanda pelo trabalho como comunicadora. "Seu poder de comunicação era tão forte que, quando ela chegava na TV, até as comidas ganhavam cheiro através das telas. As roupas, a dança, o olhar, o canto africano. E seus resquícios ganhavam profundidade através da sua potência comunicadora e da sua oralidade". A cantora Daniela Mercury também fez referência à jornalista nas redes sociais. "Nossa Rainha Amazonense dos blocos Afro que contribuiu tanto para o jornalismo e a cultura da Bahia, Vá em paz. Vá com todas as proteções e todo o axé".
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Projeto CESE Música & Direitos Humanos chega à 5ª edição e irá reverter toda renda para projetos sociais O post Marisa Monte e Orquestra Afrosinfônica se apresentam em show beneficente em Salvador nessa sexta (4) apareceu primeiro em Brasil de Fato.

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Gratuidade impulsiona economia, saúde e educação nos municípios, segundo pesquisador da USP O post Tarifa zero cresce e pode ser o futuro do transporte público em BH e no Brasil apareceu primeiro em Brasil de Fato.

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