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La Conferencia de Seguridad de Múnich revela un giro estratégico en el continente: mayor coordinación militar, diálogo nuclear franco-alemán y acercamiento entre la Unión Europea y el Reino Unido.

La Conferencia de Seguridad de Múnich revela un giro estratégico en el continente: mayor coordinación militar, diálogo nuclear franco-alemán y acercamiento entre la Unión Europea y el Reino Unido.
26 minutes

The House voted 66-3 to send House Bill 99, which puts caps on punitive damages and makes other medical malpractice changes, to the Senate.

The House voted 66-3 to send House Bill 99, which puts caps on punitive damages and makes other medical malpractice changes, to the Senate.
33 minutes
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El Congreso debatirá este martes la toma en consideración de una ley impulsada por Vox para prohibir el uso del burka y el niqab en espacios públicos. El PP ha confirmado su voto favorable.

El Congreso debatirá este martes la toma en consideración de una ley impulsada por Vox para prohibir el uso del burka y el niqab en espacios públicos. El PP ha confirmado su voto favorable.
47 minutes
На вонредна седница вечерва заседаваше кризниот штаб на општина Сарај на кој е утврдена дел од направената штета од поплава. Според досегашните податоци од терен, Центарот за управување со кризи соопшти дека над 30 домаќинства се погодени од поплавите. Во меѓувреме од Управата за хидрометеоролошки работи соопштија дека податоците од хидролошките станици низ земјава укажуваат на се уште исклучително високи водостои на река Вардар во горниот дел од течението, како и на река Треска каде сè...
На вонредна седница вечерва заседаваше кризниот штаб на општина Сарај на кој е утврдена дел од направената штета од поплава. Според досегашните податоци од терен, Центарот за управување со кризи соопшти дека над 30 домаќинства се погодени од поплавите. Во меѓувреме од Управата за хидрометеоролошки работи соопштија дека податоците од хидролошките станици низ земјава укажуваат на се уште исклучително високи водостои на река Вардар во горниот дел од течението, како и на река Треска каде сè...
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据德国《焦点》周刊报道,中国外长王毅周六(2月14日)在慕尼黑安全会议期间会见德国总理默茨时表示,中方希望将两国“全面战略伙伴关系”提升到“新水平”。
47 minutes
据德国《焦点》周刊报道,中国外长王毅周六(2月14日)在慕尼黑安全会议期间会见德国总理默茨时表示,中方希望将两国“全面战略伙伴关系”提升到“新水平”。
47 minutes
據德國《焦點》周刊報道,中國外長王毅周六(2月14日)在慕尼黑安全會議期間會見德國總理默茨時表示,中方希望將兩國“全面戰略夥伴關係”提升到“新水平”。
47 minutes
據德國《焦點》周刊報道,中國外長王毅周六(2月14日)在慕尼黑安全會議期間會見德國總理默茨時表示,中方希望將兩國“全面戰略夥伴關係”提升到“新水平”。
52 minutes
距离俄罗斯发动侵略战争近四年之际,乌克兰总统泽连斯基周日表示,基辅与欧洲盟国签署了新的能源和军事援助协议,但他没有披露细节。
52 minutes
距离俄罗斯发动侵略战争近四年之际,乌克兰总统泽连斯基周日表示,基辅与欧洲盟国签署了新的能源和军事援助协议,但他没有披露细节。
52 minutes
距離俄羅斯發動侵略戰爭近四年之際,烏克蘭總統澤連斯基周日表示,基輔與歐洲盟國簽署了新的能源和軍事援助協議,但他沒有披露細節。
52 minutes
距離俄羅斯發動侵略戰爭近四年之際,烏克蘭總統澤連斯基周日表示,基輔與歐洲盟國簽署了新的能源和軍事援助協議,但他沒有披露細節。
52 minutes
مذاکرات آمریکا و جمهوری اسلامی در ژنو
52 minutes
مذاکرات آمریکا و جمهوری اسلامی در ژنو
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Njëzet e pesë euro – kjo është gjoba që aktivisti opozitar dhe mësuesi pagoi, pasi “pa leje” e kishte mbuluar grafitin “Kur ushtria të kthehet në Kosovë” që ndodhet në oborrin e një shkolle fillore në juglindje të Serbisë, ku ai është i punësuar, transmeton Radio Evropa e Lirë. Partia në pushtet në Serbi, Partia […]

Njëzet e pesë euro – kjo është gjoba që aktivisti opozitar dhe mësuesi pagoi, pasi “pa leje” e kishte mbuluar grafitin “Kur ushtria të kthehet në Kosovë” që ndodhet në oborrin e një shkolle fillore në juglindje të Serbisë, ku ai është i punësuar, transmeton Radio Evropa e Lirë. Partia në pushtet në Serbi, Partia […]
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Падзеі 16 лютага ў беларускай і сусьветнай гісторыі
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High blood pressure can quietly damage your heart, brain and kidneys over time. However, small, everyday habits can make a meaningful difference.
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After inheriting a party in crisis, Japanese Prime Minister Sanae Takaichi led her LDP to a thumping snap-election win — but where she will go next is still unclear
After inheriting a party in crisis, Japanese Prime Minister Sanae Takaichi led her LDP to a thumping snap-election win — but where she will go next is still unclear
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Російська армія знову просунулася у міській межі Покровська – про це 12 лютого повідомив моніторинговий проєкт DeepState. Судячи із карти, агресор окупував уже близько 95% цього населеного пункту
Російська армія знову просунулася у міській межі Покровська – про це 12 лютого повідомив моніторинговий проєкт DeepState. Судячи із карти, агресор окупував уже близько 95% цього населеного пункту
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Na capital paulista, o circuito de blocos da República teve uma tarde de desfiles tranquilos, embalada por ritmos nordestinos como o Axé e o Forró. Os blocos Domingo Ela Não Vai e Explode Coração foram os grandes puxadores do circuito que, embora cheio, tinha boa mobilidade e facilidade de acesso para os foliões. Luma Gregório no Bloco Afro na Rua, na Avenida São Luiz - Paulo Pinto/Agência Brasil Notícias relacionadas: Tarde de blocos no Bixiga valoriza músicas brasileiras em São Paulo. Blocos com Michel Teló e Pocah esquentam o Ibirapuera neste domingo. “Tá gostoso, para brincar com família e amigos. Alegre, tranquilo e com mais espaço do que em outros circuitos”, disse Luma Gregória, estudante de jornalismo. No Carnaval desde a infância, quando era da ala mirim da Tom Maior, Luma estava com parentes e amigos. Saindo do Domingo Ela Não Vai, o grupo ainda tinha planos de seguir com o Explode Coração e brincar a folia com Axé – ritmo que, para Luma, é a cara do Carnaval. A estudante contou que, na segunda, pretende ir com amigos para as marchinhas da Charanga do França e, na terça, embora ainda não saiba aonde, tem certeza de que vai procurar outros bloquinhos de rua. Outra certeza de Luma é de evitar os megablocos, pois no pré-carnaval não teve uma experiência boa na Consolação: “tinha muita gente e uma parte ficou prensada lá. Saímos para o lado do cemitério, onde dava para acompanhar melhor, mas quem ficou do outro lado teve dificuldades”, lembrou. O circuito acompanhou as bandas dos trios elétricos, como a do Bloco Afro Tô na Rua, com duas baterias, um percussionista no atabaque, guitarra, baixo e teclado, todos acompanhando o axé nas vozes de Lia, Paula e Marcos, enfrentando com muita energia o sol das 14h, na rua São Luiz com a Consolação. Neste local, o ritmo diminuía e as pessoas dançavam, circulando entre os blocos e começando a dispersão, aproveitando bares e restaurantes, normalmente fechados aos domingos. As irmãs Josy e Estela Madeira recuperavam o fôlego próximo à Biblioteca Mario de Andrade - Paulo Pinto/Agência Brasil Próximo à Biblioteca Mário de Andrade, a reportagem da Agência Brasil conversou com as irmãs Estela e Josy Madeira. A bibliotecária Estela, que já trabalhou na Mário de Andrade, contou que estava no terceiro bloco do final de semana, e que naõ seria o último. “Está um pouco mais vazio, sabe. Deve ser por conta dos megablocos, que estão esvaziando um pouco os mais tradicionais, aqui do Centro. Claro que ainda estão bem maiores, hoje, do que quando o carnaval era na Tiradentes”, conta Estela. As irmãs acompanham a festa desde antes dos desfiles de blocos se tornarem mais populares na cidade, há cerca de uma década. Certamente bem antes dos desfiles para dezenas de milhares, como alguns dos blocos da Consolação e do circuito do Ibirapuera. “Tem uns muito legais. Ontem fomos no Bollywood, com indianos, e no Perdi Tudo na Augusta. Amanhã ainda não decidimos, mas acho que vamos para o Bixiga. Pena que perdemos o Esfarrapado”, disse Josy. Se forem ao Bixiga na segunda, terão uma boa surpresa pois o bloco, que desfila desde 1947, festeja a partir das 10h, com os sambas da Vai-Vai. Quem voltou para a República no meio da tarde, por volta das 15h, além do mar de vendedores, em alguns pontos até desanimados pela aglomeração de guarda-sóis amarelos e movimento fraco, ainda encontrou o pequeno e animado público do Bloco SP Forró, que começava seu desfile. Desfile do Bloco Afro na Rua, na Avenida São Luiz - Paulo Pinto/Agência Brasil Vestidos de Lampião e Maria Bonita, Juarez e Ana puxavam o bloco, organizado pelo amigo e produtor cultural Zé da Lua, com quem se apresentam durante o ano com a indumentária no Trio da Lua. “A gente brinca sempre que pode, se apresenta o ano todo. Adoro”, conta Ana Freire, que é paraibana radicada em São Paulo, onde além das apresentações ensina música, principalmente violão. O parceiro e Lampião é o arte educador e escultor Juarez Martins dos Anjos, baiano que está desde 1973 em São Paulo, morador de São Miguel, na zona leste. O bloco já tem seis anos de apresentações no carnaval, e seguia animado pelo meio da tarde.
Na capital paulista, o circuito de blocos da República teve uma tarde de desfiles tranquilos, embalada por ritmos nordestinos como o Axé e o Forró. Os blocos Domingo Ela Não Vai e Explode Coração foram os grandes puxadores do circuito que, embora cheio, tinha boa mobilidade e facilidade de acesso para os foliões. Luma Gregório no Bloco Afro na Rua, na Avenida São Luiz - Paulo Pinto/Agência Brasil Notícias relacionadas: Tarde de blocos no Bixiga valoriza músicas brasileiras em São Paulo. Blocos com Michel Teló e Pocah esquentam o Ibirapuera neste domingo. “Tá gostoso, para brincar com família e amigos. Alegre, tranquilo e com mais espaço do que em outros circuitos”, disse Luma Gregória, estudante de jornalismo. No Carnaval desde a infância, quando era da ala mirim da Tom Maior, Luma estava com parentes e amigos. Saindo do Domingo Ela Não Vai, o grupo ainda tinha planos de seguir com o Explode Coração e brincar a folia com Axé – ritmo que, para Luma, é a cara do Carnaval. A estudante contou que, na segunda, pretende ir com amigos para as marchinhas da Charanga do França e, na terça, embora ainda não saiba aonde, tem certeza de que vai procurar outros bloquinhos de rua. Outra certeza de Luma é de evitar os megablocos, pois no pré-carnaval não teve uma experiência boa na Consolação: “tinha muita gente e uma parte ficou prensada lá. Saímos para o lado do cemitério, onde dava para acompanhar melhor, mas quem ficou do outro lado teve dificuldades”, lembrou. O circuito acompanhou as bandas dos trios elétricos, como a do Bloco Afro Tô na Rua, com duas baterias, um percussionista no atabaque, guitarra, baixo e teclado, todos acompanhando o axé nas vozes de Lia, Paula e Marcos, enfrentando com muita energia o sol das 14h, na rua São Luiz com a Consolação. Neste local, o ritmo diminuía e as pessoas dançavam, circulando entre os blocos e começando a dispersão, aproveitando bares e restaurantes, normalmente fechados aos domingos. As irmãs Josy e Estela Madeira recuperavam o fôlego próximo à Biblioteca Mario de Andrade - Paulo Pinto/Agência Brasil Próximo à Biblioteca Mário de Andrade, a reportagem da Agência Brasil conversou com as irmãs Estela e Josy Madeira. A bibliotecária Estela, que já trabalhou na Mário de Andrade, contou que estava no terceiro bloco do final de semana, e que naõ seria o último. “Está um pouco mais vazio, sabe. Deve ser por conta dos megablocos, que estão esvaziando um pouco os mais tradicionais, aqui do Centro. Claro que ainda estão bem maiores, hoje, do que quando o carnaval era na Tiradentes”, conta Estela. As irmãs acompanham a festa desde antes dos desfiles de blocos se tornarem mais populares na cidade, há cerca de uma década. Certamente bem antes dos desfiles para dezenas de milhares, como alguns dos blocos da Consolação e do circuito do Ibirapuera. “Tem uns muito legais. Ontem fomos no Bollywood, com indianos, e no Perdi Tudo na Augusta. Amanhã ainda não decidimos, mas acho que vamos para o Bixiga. Pena que perdemos o Esfarrapado”, disse Josy. Se forem ao Bixiga na segunda, terão uma boa surpresa pois o bloco, que desfila desde 1947, festeja a partir das 10h, com os sambas da Vai-Vai. Quem voltou para a República no meio da tarde, por volta das 15h, além do mar de vendedores, em alguns pontos até desanimados pela aglomeração de guarda-sóis amarelos e movimento fraco, ainda encontrou o pequeno e animado público do Bloco SP Forró, que começava seu desfile. Desfile do Bloco Afro na Rua, na Avenida São Luiz - Paulo Pinto/Agência Brasil Vestidos de Lampião e Maria Bonita, Juarez e Ana puxavam o bloco, organizado pelo amigo e produtor cultural Zé da Lua, com quem se apresentam durante o ano com a indumentária no Trio da Lua. “A gente brinca sempre que pode, se apresenta o ano todo. Adoro”, conta Ana Freire, que é paraibana radicada em São Paulo, onde além das apresentações ensina música, principalmente violão. O parceiro e Lampião é o arte educador e escultor Juarez Martins dos Anjos, baiano que está desde 1973 em São Paulo, morador de São Miguel, na zona leste. O bloco já tem seis anos de apresentações no carnaval, e seguia animado pelo meio da tarde.
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La decisión reabre, por primera vez desde 1967, el proceso para registrar tierras; marca un cambio significativo en la administración del territorio ocupado y pone en vilo el futuro político y jurídico de la región.

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La decisión reabre, por primera vez desde 1967, el proceso para registrar tierras; marca un cambio significativo en la administración del territorio ocupado y pone en vilo el futuro político y jurídico de la región.
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El líder de los populares y su portavoz en el Congreso tratan ahora de fijar el foco en los asuntos que "unen" al partido con Vox tras dos citas electorales en las que los de Abascal han duplicado sus apoyos en las urnas y que pueden suponer una repetición electoral si no alcanzan un acuerdo Vox tira de ironía en Extremadura ante el giro del PP: de ser “machistas y matones” a socios necesarios Vox ante el bloqueo que la formación de Abascal está provocando en los hasta ahora relativamente estables gobiernos autonómicos de los de Alberto Núñez Feijóo a cada convocatoria electoral. Con la negociación encallada en Extremadura y en Aragón, el último movimiento ha llegado este domingo por parte de dos de las figuras más importantes del PP. Su líder, Feijóo, y su portavoz parlamentaria, Ester Muñoz, han cambiado el tono público sobre Vox. Y, de hecho, Muñoz ha confirmado en unas declaraciones remitidas por el partido conservador a los medios que apoyarán la tramitación de la iniciativa parlamentaria de Vox que busca prohibir el burka o el niqab en los espacios públicos este martes en el Congreso. Muñoz ha argumentado este apoyo a la iniciativa del partido rival en el espectro político de la derecha en la aprobación por parte del PP de una ponencia en su Congreso de julio según la cuál prohibiría el burka en espacios públicos. “El Partido Popular aprobará y apoyará que se debata sobre esto en el Parlamento”, ha anunciado la diputada Muñoz, quien ha defendido que PP y Vox “tienen que entenderse y llegar a un acuerdo porque la prioridad no son los partidos, sino los españoles”. A primera hora de la tarde, la cuenta principal del partido de Santiago Abascal en la red social X compartía una publicación de Núñez Feijóo de su entrevista en El Mundo a la vez que atacaba al líder del PP por “ignorar” la ley “cuando un cayuco toca tierra” y aseguraba que “la invasión no se detiene con formularios” [en referencia a una supuesta llegada descontrolada de inmigrantes]. “El 'honor' del Partido Popular en números”. La prohibición del burka como acercamiento a Vox La medida no es nueva. Ya en el mes de diciembre el grupo parlamentario del PP en el Parlamento de Balears registraba una iniciativa para reclamar al Gobierno la prohibición del burka y el niqab en los espacios públicos. Lo hacía además apenas un mes después de votar, junto a la izquierda, en contra de una propuesta similar de la extrema derecha, evidenciando así su debilidad parlamentaria y su incapacidad de aprobar presupuestos sin el apoyo de Vox. La primera semana de febrero, la situación que veremos a partir del martes en el Congreso ya se ensayó sin éxito en el Ayuntamiento asturiano de Gijón. Allí, los concejales del PP apoyaron una iniciativa de Vox para prohibir el uso del burka en los edificios municipales de la ciudad, que contó con el rechazo de Foro Asturias, PSOE, IU y Podemos. La alcaldesa, de Foro, recordó a los ediles de PP y de Vox que la medida “es un engaño con una proposición que es ilegal porque desde un ayuntamiento no podemos hacer lo que dice, y si lo hicieramos estariamos prevaricando” y recordó que hay sentencias judiciales al respecto. El líder de Vox en Extremadura recurre a la ironía El portavoz de Vox en la Asamblea de Extremadura, Óscar Fernández Calle, ha señalado irónicamente este domingo que el presidente nacional del PP, Alberto Núñez Feijóo, defiende que ambos partidos “deben entenderse y ser consecuentes con las urnas” porque ahora “quieren ser presidentes”. “Ahora hay que 'entenderse' porque quieren ser presidentes…”, ha señalado Fernández Calle en la red social X, en respuesta a la entrevista de Feijóo en el diario El Mundo, en la que el líder popular también plantea que “hay que ser consecuentes con las urnas”. El dirigente de Vox, candidato a la Presidencia de la Junta de Extremadura en las elecciones anticipadas del pasado 21 de diciembre, ha subrayado que “hace dos años y medio no podían dejarnos entrar en el gobierno porque éramos machistas, xenófobos y homófobos…” Y ha expuesto también que hace tres meses “no se podía hablar” de sus propuestas para aprobar los presupuestos “porque estaban fuera de la ley. ”La semana pasada éramos un partido que estaba fuera del sistema, de adolescentes políticos y matones“, ha recordado Fernández Calle, que ha ironizado: ”Curiosa manera de 'entenderse'…“.
El líder de los populares y su portavoz en el Congreso tratan ahora de fijar el foco en los asuntos que "unen" al partido con Vox tras dos citas electorales en las que los de Abascal han duplicado sus apoyos en las urnas y que pueden suponer una repetición electoral si no alcanzan un acuerdo Vox tira de ironía en Extremadura ante el giro del PP: de ser “machistas y matones” a socios necesarios Vox ante el bloqueo que la formación de Abascal está provocando en los hasta ahora relativamente estables gobiernos autonómicos de los de Alberto Núñez Feijóo a cada convocatoria electoral. Con la negociación encallada en Extremadura y en Aragón, el último movimiento ha llegado este domingo por parte de dos de las figuras más importantes del PP. Su líder, Feijóo, y su portavoz parlamentaria, Ester Muñoz, han cambiado el tono público sobre Vox. Y, de hecho, Muñoz ha confirmado en unas declaraciones remitidas por el partido conservador a los medios que apoyarán la tramitación de la iniciativa parlamentaria de Vox que busca prohibir el burka o el niqab en los espacios públicos este martes en el Congreso. Muñoz ha argumentado este apoyo a la iniciativa del partido rival en el espectro político de la derecha en la aprobación por parte del PP de una ponencia en su Congreso de julio según la cuál prohibiría el burka en espacios públicos. “El Partido Popular aprobará y apoyará que se debata sobre esto en el Parlamento”, ha anunciado la diputada Muñoz, quien ha defendido que PP y Vox “tienen que entenderse y llegar a un acuerdo porque la prioridad no son los partidos, sino los españoles”. A primera hora de la tarde, la cuenta principal del partido de Santiago Abascal en la red social X compartía una publicación de Núñez Feijóo de su entrevista en El Mundo a la vez que atacaba al líder del PP por “ignorar” la ley “cuando un cayuco toca tierra” y aseguraba que “la invasión no se detiene con formularios” [en referencia a una supuesta llegada descontrolada de inmigrantes]. “El 'honor' del Partido Popular en números”. La prohibición del burka como acercamiento a Vox La medida no es nueva. Ya en el mes de diciembre el grupo parlamentario del PP en el Parlamento de Balears registraba una iniciativa para reclamar al Gobierno la prohibición del burka y el niqab en los espacios públicos. Lo hacía además apenas un mes después de votar, junto a la izquierda, en contra de una propuesta similar de la extrema derecha, evidenciando así su debilidad parlamentaria y su incapacidad de aprobar presupuestos sin el apoyo de Vox. La primera semana de febrero, la situación que veremos a partir del martes en el Congreso ya se ensayó sin éxito en el Ayuntamiento asturiano de Gijón. Allí, los concejales del PP apoyaron una iniciativa de Vox para prohibir el uso del burka en los edificios municipales de la ciudad, que contó con el rechazo de Foro Asturias, PSOE, IU y Podemos. La alcaldesa, de Foro, recordó a los ediles de PP y de Vox que la medida “es un engaño con una proposición que es ilegal porque desde un ayuntamiento no podemos hacer lo que dice, y si lo hicieramos estariamos prevaricando” y recordó que hay sentencias judiciales al respecto. El líder de Vox en Extremadura recurre a la ironía El portavoz de Vox en la Asamblea de Extremadura, Óscar Fernández Calle, ha señalado irónicamente este domingo que el presidente nacional del PP, Alberto Núñez Feijóo, defiende que ambos partidos “deben entenderse y ser consecuentes con las urnas” porque ahora “quieren ser presidentes”. “Ahora hay que 'entenderse' porque quieren ser presidentes…”, ha señalado Fernández Calle en la red social X, en respuesta a la entrevista de Feijóo en el diario El Mundo, en la que el líder popular también plantea que “hay que ser consecuentes con las urnas”. El dirigente de Vox, candidato a la Presidencia de la Junta de Extremadura en las elecciones anticipadas del pasado 21 de diciembre, ha subrayado que “hace dos años y medio no podían dejarnos entrar en el gobierno porque éramos machistas, xenófobos y homófobos…” Y ha expuesto también que hace tres meses “no se podía hablar” de sus propuestas para aprobar los presupuestos “porque estaban fuera de la ley. ”La semana pasada éramos un partido que estaba fuera del sistema, de adolescentes políticos y matones“, ha recordado Fernández Calle, que ha ironizado: ”Curiosa manera de 'entenderse'…“.
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Project Toolbox headed out Monday for a day of sand, sun, and seals. Dozen of teens hopped on a bus for a hike around Año Nuevo State Park. Photos: Sun, sand & seals with Project Toolbox is a story from Stocktonia News, a rigorous and factual newsroom covering Greater Stockton, California. Please consider making a charitable contribution to support our journalism.

Project Toolbox headed out Monday for a day of sand, sun, and seals. Dozen of teens hopped on a bus for a hike around Año Nuevo State Park. Photos: Sun, sand & seals with Project Toolbox is a story from Stocktonia News, a rigorous and factual newsroom covering Greater Stockton, California. Please consider making a charitable contribution to support our journalism.