6 minutes
A Sudan ,wata kungiyar kare hakkin bil'adama ta ce wani hari da jiragen sama marasa matuki suka kai a wata kasuwa a tsakiyar Sudan a yau Asabar, inda suka kashe fararen hula 11 tare da raunata wasu da dama.
A Sudan ,wata kungiyar kare hakkin bil'adama ta ce wani hari da jiragen sama marasa matuki suka kai a wata kasuwa a tsakiyar Sudan a yau Asabar, inda suka kashe fararen hula 11 tare da raunata wasu da dama.
14 minutes

El Papa convierte su visita a España en una defensa de la reconciliación, el multilateralismo y la dignidad de los migrantes, al tiempo que insiste en la necesidad de afrontar sin ambigüedades la lacra de los abusos en la Iglesia.

El Papa convierte su visita a España en una defensa de la reconciliación, el multilateralismo y la dignidad de los migrantes, al tiempo que insiste en la necesidad de afrontar sin ambigüedades la lacra de los abusos en la Iglesia.
18 minutes
Renomados economistas avaliam que a autonomia financeira e orçamentária do Banco Central (BC) , prevista em proposta de emenda à Constituição (PEC), em tramitação no Senado, facilita a cooptação pelo setor financeiro da autoridade monetária responsável por regular e fiscalizar a área, além de favorecer a manutenção dos altos juros no Brasil. Fonte
Renomados economistas avaliam que a autonomia financeira e orçamentária do Banco Central (BC) , prevista em proposta de emenda à Constituição (PEC), em tramitação no Senado, facilita a cooptação pelo setor financeiro da autoridade monetária responsável por regular e fiscalizar a área, além de favorecer a manutenção dos altos juros no Brasil. Fonte
28 minutes
Ligaren bidez lortu ez duena Koparen bidez lortu du Bidasoak, Espainiako Kopako finalera pasatuta Europan jokatuko baitu datorren denboraldian. Huescari 30-37 irabazita igaro da finalera, eta Bartzelona izango du zain bihar, 17:00etan.
Ligaren bidez lortu ez duena Koparen bidez lortu du Bidasoak, Espainiako Kopako finalera pasatuta Europan jokatuko baitu datorren denboraldian. Huescari 30-37 irabazita igaro da finalera, eta Bartzelona izango du zain bihar, 17:00etan.
32 minutes
وزیر کشور پاکستان، محسن نقوی روز شنبه ۱۶ خرداد برای دیدار با مسئولان جمهوری اسلامی وارد تهران شد.
وزیر کشور پاکستان، محسن نقوی روز شنبه ۱۶ خرداد برای دیدار با مسئولان جمهوری اسلامی وارد تهران شد.
36 minutes
За словами Кулеби, малі берегові пошуково-рятувальні судна мають спеціальний захист відповідно до міжнародного гуманітарного права
За словами Кулеби, малі берегові пошуково-рятувальні судна мають спеціальний захист відповідно до міжнародного гуманітарного права
39 minutes

Avrupa Sivil Özgürlükler Birliği’nin yeni raporuna göre; Avrupa Birliği’nde medyada tekelleşme artarken, kamu yayıncılığı da siyasi ve ekonomik baskılarla zayıflıyor. Gazetecilerin güvenliği ise saldırılar ve ölüm tehditleri nedeniyle “kritik bir eşikte.” Rapora göre yasalar da sorunu çözmüyor. “Avrupa Birliği’nde medya özgürlüğü ve çoğulculuk tehdit altında” denilen raporda, yetkililer alarma geçmeye çağırılıyor. Avrupa Sivil Özgürlükler Birliği […] The post Basın özgürlüğü Avrupa Birliği’nde de tehdit altında appeared first on Journo.

Avrupa Sivil Özgürlükler Birliği’nin yeni raporuna göre; Avrupa Birliği’nde medyada tekelleşme artarken, kamu yayıncılığı da siyasi ve ekonomik baskılarla zayıflıyor. Gazetecilerin güvenliği ise saldırılar ve ölüm tehditleri nedeniyle “kritik bir eşikte.” Rapora göre yasalar da sorunu çözmüyor. “Avrupa Birliği’nde medya özgürlüğü ve çoğulculuk tehdit altında” denilen raporda, yetkililer alarma geçmeye çağırılıyor. Avrupa Sivil Özgürlükler Birliği […] The post Basın özgürlüğü Avrupa Birliği’nde de tehdit altında appeared first on Journo.
40 minutes

La llegada de León XIV a España coincide con uno de los momentos de mayor tensión política para el Ejecutivo de Pedro Sánchez. Entre la presión por los casos que afectan al PSOE, las dudas internas y el ruido parlamentario, Moncloa ve en la agenda del Pontífice una oportunidad para rebajar la intensidad mediática.

40 minutes
La llegada de León XIV a España coincide con uno de los momentos de mayor tensión política para el Ejecutivo de Pedro Sánchez. Entre la presión por los casos que afectan al PSOE, las dudas internas y el ruido parlamentario, Moncloa ve en la agenda del Pontífice una oportunidad para rebajar la intensidad mediática.
42 minutes
Um dente de tiranossauro rex, um carvão de 350 milhões de anos e um ovo de dinossauro. Fascinantes até para os adultos, os fósseis foram levados até as crianças pelo paleontólogo Luiz Eduardo Anelli, durante a atividade História do Planeta Terra, promovida pelas editoras Moderna e Salamandra, no evento literário A Feira do Livro 2026, no Pacaembu, em São Paulo. Notícias relacionadas:Feira do Livro de SP terá participação de diretor da EBC em painel.Rio: mostra sobre Iemanjá ocupa Biblioteca Parque Estadual até dia 15.Professor do Instituto de Geociência da Universidade de São Paulo (USP) há 30 anos, Anelli escreve livros infantojuvenis sobre o mundo pré-histórico, em especial dinossauros do Brasil. “As crianças querem saber, as crianças querem conhecer, e não existia um livro sobre a pré-história profunda do Brasil, você acredita?”, disse Anelli, em entrevista à Agência Brasil. O professor disse que começou a dar aulas sobre fósseis de animais marinhos - ainda mais antigos do que os dinossauros - no início de sua carreira na unversidade. “Dez anos depois, eu não queria saber de mais nada, além de dinossauros”, disse, revelando o encanto que tem pelo assunto. “Nesses últimos 20 anos, escrevi mais de 30 livros sobre a história do mundo e dos dinossauros, e hoje existe uma demanda gigantesca sobre esse conhecimento, não só como entretenimento, mas como conhecimento escolar e para vestibular. ” O professor, que é referência nacional na divulgação científica voltada ao público infantojuvenil, destacou uma de suas obras, o Almanaque da Terra e da Vida, onde os conceitos sobre seres vivos, fósseis, rochas e continentes foram ilustrados e tiveram linguagem adaptada para as crianças. Além disso, com o título O Brasil dos Dinossauros, o autor ganhou o prêmio Jabuti de melhor livro infantojuvenil em 2018. Por que a ciência importa? Anelli explicou que os dinossauros ajudam a conhecer a história do nosso planeta. “Nós vivemos numa era que veio depois da era dos dinossauros, da qual herdamos tudo semeado e plantado lá. Você quer conhecer o mundo em que vive? Então precisa conhecer o mundo dos dinossauros.” “Desde quando temos a América do Sul? Desde quando temos as plantas com flores? Desde quando temos os mamíferos? Nós, em geral, não sabemos, né? Essas três coisas nasceram no tempo dos dinossauros.” Segundo o pesquisador, os dinossauros viveram em um momento muito especial no mundo. Eles surgiram há mais de 230 milhões de anos e foram extintos há 66 milhões de anos, habitando o planeta por um período de aproximadamente 170 milhões de anos. “Não existe um intervalo na história de 4,54 bilhões de anos da Terra que seja tão maravilhoso como esse. A nossa geografia nasceu nessa época. Os dinossauros nasceram quando tinha um supercontinente e dois oceanos. Quando eles morrem, na extinção, o planeta tem seis continentes e cinco oceanos”, lembrou Anelli. O mundo passou por transformações intensas na era dos dinossauros. “E nós vivemos nessa nova era, logo depois da era dos dinossauros. Como se chama a era em que vivemos? Qual período geológico vivemos? A gente não sabe. Nós não sabemos cuidar do mundo, porque a gente não conhece a história dele, a gente não sabe como ele funciona”, apontou o professor. Anelli destacou a necessidade da divulgação científica, especialmente para crianças e jovens, além da valorização das pesquisas nas universidades. “Precisamos aproximar as crianças da ciência, ainda mais neste momento em que estamos nessas trevas negacionistas. Se as pessoas não conhecem o mundo científico, elas não sabem que voam de avião e que tomam remédio porque existe pesquisa nas universidades, porque a ciência existe”, destacou.
Um dente de tiranossauro rex, um carvão de 350 milhões de anos e um ovo de dinossauro. Fascinantes até para os adultos, os fósseis foram levados até as crianças pelo paleontólogo Luiz Eduardo Anelli, durante a atividade História do Planeta Terra, promovida pelas editoras Moderna e Salamandra, no evento literário A Feira do Livro 2026, no Pacaembu, em São Paulo. Notícias relacionadas:Feira do Livro de SP terá participação de diretor da EBC em painel.Rio: mostra sobre Iemanjá ocupa Biblioteca Parque Estadual até dia 15.Professor do Instituto de Geociência da Universidade de São Paulo (USP) há 30 anos, Anelli escreve livros infantojuvenis sobre o mundo pré-histórico, em especial dinossauros do Brasil. “As crianças querem saber, as crianças querem conhecer, e não existia um livro sobre a pré-história profunda do Brasil, você acredita?”, disse Anelli, em entrevista à Agência Brasil. O professor disse que começou a dar aulas sobre fósseis de animais marinhos - ainda mais antigos do que os dinossauros - no início de sua carreira na unversidade. “Dez anos depois, eu não queria saber de mais nada, além de dinossauros”, disse, revelando o encanto que tem pelo assunto. “Nesses últimos 20 anos, escrevi mais de 30 livros sobre a história do mundo e dos dinossauros, e hoje existe uma demanda gigantesca sobre esse conhecimento, não só como entretenimento, mas como conhecimento escolar e para vestibular. ” O professor, que é referência nacional na divulgação científica voltada ao público infantojuvenil, destacou uma de suas obras, o Almanaque da Terra e da Vida, onde os conceitos sobre seres vivos, fósseis, rochas e continentes foram ilustrados e tiveram linguagem adaptada para as crianças. Além disso, com o título O Brasil dos Dinossauros, o autor ganhou o prêmio Jabuti de melhor livro infantojuvenil em 2018. Por que a ciência importa? Anelli explicou que os dinossauros ajudam a conhecer a história do nosso planeta. “Nós vivemos numa era que veio depois da era dos dinossauros, da qual herdamos tudo semeado e plantado lá. Você quer conhecer o mundo em que vive? Então precisa conhecer o mundo dos dinossauros.” “Desde quando temos a América do Sul? Desde quando temos as plantas com flores? Desde quando temos os mamíferos? Nós, em geral, não sabemos, né? Essas três coisas nasceram no tempo dos dinossauros.” Segundo o pesquisador, os dinossauros viveram em um momento muito especial no mundo. Eles surgiram há mais de 230 milhões de anos e foram extintos há 66 milhões de anos, habitando o planeta por um período de aproximadamente 170 milhões de anos. “Não existe um intervalo na história de 4,54 bilhões de anos da Terra que seja tão maravilhoso como esse. A nossa geografia nasceu nessa época. Os dinossauros nasceram quando tinha um supercontinente e dois oceanos. Quando eles morrem, na extinção, o planeta tem seis continentes e cinco oceanos”, lembrou Anelli. O mundo passou por transformações intensas na era dos dinossauros. “E nós vivemos nessa nova era, logo depois da era dos dinossauros. Como se chama a era em que vivemos? Qual período geológico vivemos? A gente não sabe. Nós não sabemos cuidar do mundo, porque a gente não conhece a história dele, a gente não sabe como ele funciona”, apontou o professor. Anelli destacou a necessidade da divulgação científica, especialmente para crianças e jovens, além da valorização das pesquisas nas universidades. “Precisamos aproximar as crianças da ciência, ainda mais neste momento em que estamos nessas trevas negacionistas. Se as pessoas não conhecem o mundo científico, elas não sabem que voam de avião e que tomam remédio porque existe pesquisa nas universidades, porque a ciência existe”, destacou.
43 minutes
Mirra Andreeva venceu a prova feminina do torneio de ténis parisiense do Grand Slam, Roland-Garros, que decorreu neste sábado 06 de Junho.
Mirra Andreeva venceu a prova feminina do torneio de ténis parisiense do Grand Slam, Roland-Garros, que decorreu neste sábado 06 de Junho.
44 minutes
O Parque de Exposições da Granja do Torto, em Brasília, sedia desde sexta-feira (5) o 1º Encontro Nacional de Agentes Populares. A atividade vai até este domingo (7) e reúne cerca de mil militantes de 22 estados brasileiros para fazer um balanço das experiências de solidariedade iniciadas durante a pandemia e discutir os próximos passos […] Fonte
O Parque de Exposições da Granja do Torto, em Brasília, sedia desde sexta-feira (5) o 1º Encontro Nacional de Agentes Populares. A atividade vai até este domingo (7) e reúne cerca de mil militantes de 22 estados brasileiros para fazer um balanço das experiências de solidariedade iniciadas durante a pandemia e discutir os próximos passos […] Fonte
46 minutes
Azərbaycanda araq satışı 12 faiz artıb. Həkim-narkoloq Asif Kəngərlinin sözlərinə görə, son dövrlərdə alkoqolizmdən əziyyət çəkənlərin sayı kəskin çoxalıb.
46 minutes
Azərbaycanda araq satışı 12 faiz artıb. Həkim-narkoloq Asif Kəngərlinin sözlərinə görə, son dövrlərdə alkoqolizmdən əziyyət çəkənlərin sayı kəskin çoxalıb.
47 minutes
As revistas semanais francesas trazem a Inteligência Artificial como destaque em reportagens. As publicações exploram desde as críticas aos grandes líderes do setor até as aplicações práticas que estão transformando o cotidiano das pessoas.
As revistas semanais francesas trazem a Inteligência Artificial como destaque em reportagens. As publicações exploram desde as críticas aos grandes líderes do setor até as aplicações práticas que estão transformando o cotidiano das pessoas.
49 minutes
“Americanos, seus impostos estão sendo usados para matar homens, mulheres e crianças desarmados”. É assim que Courtney Bonneau, fotógrafa e jornalista independente, começa muitas de suas reportagens direto do front, no Líbano. Vivendo no país há cinco anos, ela passou os dois últimos na cidade de Tiro, de onde tem registrado de perto os crimes […] Fonte
“Americanos, seus impostos estão sendo usados para matar homens, mulheres e crianças desarmados”. É assim que Courtney Bonneau, fotógrafa e jornalista independente, começa muitas de suas reportagens direto do front, no Líbano. Vivendo no país há cinco anos, ela passou os dois últimos na cidade de Tiro, de onde tem registrado de perto os crimes […] Fonte
50 minutes

Una sesión fotográfica en un fiordo desata duras críticas contra la selección por el uso de simbología rúnica.

Una sesión fotográfica en un fiordo desata duras críticas contra la selección por el uso de simbología rúnica.
50 minutes
Jovens de bairros periféricos e de comunidades vulnerabilizadas estão reunidos, neste sábado (6), na Fundição Progresso, espaço vizinho aos Arcos da Lapa, antigo aqueduto colonial do século 18 e que hoje é cartão-postal no Centro do Rio de Janeiro. Aqueduto é a estrutura projetada para transportar água de uma fonte até centros urbanos. É justamente a água o assunto que faz esses ativistas se encontrarem. Eles participam de uma série de painéis sobre o direito à água, saneamento e resiliência climática. Notícias relacionadas:Enchentes e alagamentos lideram preocupações ambientais nas capitais .Projeto abre espaço para público conhecer habitat dos cavalos marinhos.Soluções do Sul Global são protagonistas do Rio Nature & Climate Week.O encontro é organizado pela organização da sociedade civil Águas Resilientes e terá, ao fim do dia, a confecção de uma carta com propostas, a Declaração das Juventudes. O documento será endereçado a autoridades brasileiras e à Conferência de Águas da Organização das Nações Unidas (ONU), que acontecerá nos Emirados Árabes Unidos, de 2 a 4 de dezembro. O evento global no país árabe é considerado o mais importante encontro sobre o tema e busca fortalecer a governança da água e elevar o assunto na agenda internacional. Custo de não fazer A especialista em planejamento urbano Andrea Pulici levantou a discussão sobre o custo da universalização do saneamento no Brasil. Ela lembrou que o Marco Legal do Saneamento, conjunto de leis e regulações voltadas a todas as esferas de governo, determina que o país alcance a universalização até o fim de 2033. Isso representa a meta de ter 99% da população brasileira com acesso à água tratada; e 90% à coleta e tratamento do esgoto. De acordo com a especialista, são necessários investimentos na ordem de R$ 114 bilhões por ano para atingir o objetivo. O dado vai ao encontro da estimativa já divulgada pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), órgão federal que regula o setor, que projeta até R$ 900 bilhões em 2033. Para Andrea Pulici, mais importante que o investimento necessário, é preciso foco no “custo de não fazer”. “Quanto vale ter uma comunidade inteira sem medo de ter uma inundação? Quanto custa para uma família ter, de fato, acesso à água e com isso ter acesso a serviços?”, questiona ela. Ela exemplifica a falta de saneamento como obstáculo à cidadania quando uma família não tem água na escola do filho. “Será que não ter isso não é muito mais caro que os R$ 114 bilhões?”, completa. Dados do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico apontam que 84,1% da população é atendida com rede de abastecimento de água. Em termos de coleta, 62,3% da população é atendida com rede coletora de esgoto, enquanto 51,8% do volume gerado de esgoto é tratado. Água e dignidade A ativista Johari Silva, da organização não governamental Ação da Cidadania, defende que o debate sobre direito à água deve ser relacionado à dignidade. "Sem água a gente não tem dignidade, não tem sobrevivência alimentar, não tem saúde, a gente não tem nada”, afirma. Johari defende que a “diplomacia climática” não pode ser restrita a governos e entidades privadas, sem ouvir as organizações da sociedade civil. “Precisa ouvir as comunidades tradicionais, as periferias urbanas, os povos indígenas, os ribeirinhos e todos os outros grupos que são impactados diretamente pela falta de acesso à água”, sustenta. A ativista também é educadora e ressaltou que a Ação da Cidadania possui projetos voltados para “instrumentalizar jovens”. “Para que eles consigam ocupar espaços de tomada de decisão de onde, muitas vezes, somos tirados ou não conseguimos ter acesso”. Carta para encontro da ONU A diretora de Planejamento da Águas Resilientes, Verena Meirelles, aponta que a missão do instituto é desenvolver estratégias para o acesso a água. “Qual estratégia é melhor que escutar quem pensa e quem passa na pele as dificuldades sobre o acesso a água?”, indaga. Ela espera que levar a Declaração das Juventudes para o encontro da ONU seja um passo a mais na concretização da missão do instituto. “Fazer com que todos saibam que não dá para deixarmos para depois essa pauta, devemos agir agora e com todos”, pontua. O fundador e diretor-presidente da organização, Erleyvaldo Bispo, enxerga na declaração uma forma de mostrar ao mundo “a importância da valorização da água” e incluir o Brasil e toda a América Latina e o Caribe no centro do debate. “No mundo temos 2,2 bilhões de pessoas que não têm acesso a uma fonte segura de água e no Brasil são aproximadamente 35 milhões”, contextualiza. Ele ressalta que a maioria dessas pessoas está no chamado Sul Global, espaço geopolítico que reúne países em desenvolvimento, como o Brasil. “Precisamos ser vistos nesse espaço multilateral e estar na tomada de decisão. Aliás até quando a água será subvalorizada?”, pergunta. Força da juventude Ao comentar o papel dos jovens na sociedade, a gerente de programas para democracia na América Latina na Open Society Foundations, Sylvia Siqueira, aponta que eles "não são apenas o futuro", mas também "as referências que o mundo precisa para o futuro poder existir". “Vocês são nossas referências de imaginário e poder de sonho. Então, vamos continuar sentindo essa força e essa chama, não só ao longo do dia de hoje, mas por muito tempo adiante”, declarou Sylvia. O cientista político e estrategista internacional Matheus Marlisson classifica a crise climática como “o maior desafio que a gente está enfrentando nesse milênio”. Ele defende que o Brasil tem lugar de destaque na diplomacia global sobre água e meio ambiente, que precisa unir proteção ambiental e desenvolvimento justo, sustentável e próspero. “O Brasil no debate da Conferência da Água, pode trazer uma visão cada vez mais integrada com a sociedade civil, com a política e com outros atores que fazem parte desse processo de desenvolvimento”, disse à Agência Brasil. Ele acredita que a juventude brasileira é “extremamente potencializada” e caminha para lugar de referência no debate global. “A gente vê nas favelas do Rio de Janeiro, nas comunidades ribeirinhas, no Nordeste, no contexto rural que a juventude não está parada”, avalia. A deputada estadual Dani Monteiro (PSOL-RJ), criada na comunidade de São Carlos, região central do Rio de Janeiro, relaciona justiça pela água e justiça climática. “Os dois temas andam atrelados”. Ela aponta que a governança de temas ligados à água é “um desafio” e que encontros como o deste sábado, com jovens de territórios vulnerabilizados, contribuem para que haja marcos de governança territorial. “O espaço do debate desse encontro é o primeiro passo importantíssimo, porque não existe gestão democrática de recursos que não seja com participação cidadã”, afirmou à Agência Brasil. A parlamentar preside a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).
Jovens de bairros periféricos e de comunidades vulnerabilizadas estão reunidos, neste sábado (6), na Fundição Progresso, espaço vizinho aos Arcos da Lapa, antigo aqueduto colonial do século 18 e que hoje é cartão-postal no Centro do Rio de Janeiro. Aqueduto é a estrutura projetada para transportar água de uma fonte até centros urbanos. É justamente a água o assunto que faz esses ativistas se encontrarem. Eles participam de uma série de painéis sobre o direito à água, saneamento e resiliência climática. Notícias relacionadas:Enchentes e alagamentos lideram preocupações ambientais nas capitais .Projeto abre espaço para público conhecer habitat dos cavalos marinhos.Soluções do Sul Global são protagonistas do Rio Nature & Climate Week.O encontro é organizado pela organização da sociedade civil Águas Resilientes e terá, ao fim do dia, a confecção de uma carta com propostas, a Declaração das Juventudes. O documento será endereçado a autoridades brasileiras e à Conferência de Águas da Organização das Nações Unidas (ONU), que acontecerá nos Emirados Árabes Unidos, de 2 a 4 de dezembro. O evento global no país árabe é considerado o mais importante encontro sobre o tema e busca fortalecer a governança da água e elevar o assunto na agenda internacional. Custo de não fazer A especialista em planejamento urbano Andrea Pulici levantou a discussão sobre o custo da universalização do saneamento no Brasil. Ela lembrou que o Marco Legal do Saneamento, conjunto de leis e regulações voltadas a todas as esferas de governo, determina que o país alcance a universalização até o fim de 2033. Isso representa a meta de ter 99% da população brasileira com acesso à água tratada; e 90% à coleta e tratamento do esgoto. De acordo com a especialista, são necessários investimentos na ordem de R$ 114 bilhões por ano para atingir o objetivo. O dado vai ao encontro da estimativa já divulgada pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), órgão federal que regula o setor, que projeta até R$ 900 bilhões em 2033. Para Andrea Pulici, mais importante que o investimento necessário, é preciso foco no “custo de não fazer”. “Quanto vale ter uma comunidade inteira sem medo de ter uma inundação? Quanto custa para uma família ter, de fato, acesso à água e com isso ter acesso a serviços?”, questiona ela. Ela exemplifica a falta de saneamento como obstáculo à cidadania quando uma família não tem água na escola do filho. “Será que não ter isso não é muito mais caro que os R$ 114 bilhões?”, completa. Dados do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico apontam que 84,1% da população é atendida com rede de abastecimento de água. Em termos de coleta, 62,3% da população é atendida com rede coletora de esgoto, enquanto 51,8% do volume gerado de esgoto é tratado. Água e dignidade A ativista Johari Silva, da organização não governamental Ação da Cidadania, defende que o debate sobre direito à água deve ser relacionado à dignidade. "Sem água a gente não tem dignidade, não tem sobrevivência alimentar, não tem saúde, a gente não tem nada”, afirma. Johari defende que a “diplomacia climática” não pode ser restrita a governos e entidades privadas, sem ouvir as organizações da sociedade civil. “Precisa ouvir as comunidades tradicionais, as periferias urbanas, os povos indígenas, os ribeirinhos e todos os outros grupos que são impactados diretamente pela falta de acesso à água”, sustenta. A ativista também é educadora e ressaltou que a Ação da Cidadania possui projetos voltados para “instrumentalizar jovens”. “Para que eles consigam ocupar espaços de tomada de decisão de onde, muitas vezes, somos tirados ou não conseguimos ter acesso”. Carta para encontro da ONU A diretora de Planejamento da Águas Resilientes, Verena Meirelles, aponta que a missão do instituto é desenvolver estratégias para o acesso a água. “Qual estratégia é melhor que escutar quem pensa e quem passa na pele as dificuldades sobre o acesso a água?”, indaga. Ela espera que levar a Declaração das Juventudes para o encontro da ONU seja um passo a mais na concretização da missão do instituto. “Fazer com que todos saibam que não dá para deixarmos para depois essa pauta, devemos agir agora e com todos”, pontua. O fundador e diretor-presidente da organização, Erleyvaldo Bispo, enxerga na declaração uma forma de mostrar ao mundo “a importância da valorização da água” e incluir o Brasil e toda a América Latina e o Caribe no centro do debate. “No mundo temos 2,2 bilhões de pessoas que não têm acesso a uma fonte segura de água e no Brasil são aproximadamente 35 milhões”, contextualiza. Ele ressalta que a maioria dessas pessoas está no chamado Sul Global, espaço geopolítico que reúne países em desenvolvimento, como o Brasil. “Precisamos ser vistos nesse espaço multilateral e estar na tomada de decisão. Aliás até quando a água será subvalorizada?”, pergunta. Força da juventude Ao comentar o papel dos jovens na sociedade, a gerente de programas para democracia na América Latina na Open Society Foundations, Sylvia Siqueira, aponta que eles "não são apenas o futuro", mas também "as referências que o mundo precisa para o futuro poder existir". “Vocês são nossas referências de imaginário e poder de sonho. Então, vamos continuar sentindo essa força e essa chama, não só ao longo do dia de hoje, mas por muito tempo adiante”, declarou Sylvia. O cientista político e estrategista internacional Matheus Marlisson classifica a crise climática como “o maior desafio que a gente está enfrentando nesse milênio”. Ele defende que o Brasil tem lugar de destaque na diplomacia global sobre água e meio ambiente, que precisa unir proteção ambiental e desenvolvimento justo, sustentável e próspero. “O Brasil no debate da Conferência da Água, pode trazer uma visão cada vez mais integrada com a sociedade civil, com a política e com outros atores que fazem parte desse processo de desenvolvimento”, disse à Agência Brasil. Ele acredita que a juventude brasileira é “extremamente potencializada” e caminha para lugar de referência no debate global. “A gente vê nas favelas do Rio de Janeiro, nas comunidades ribeirinhas, no Nordeste, no contexto rural que a juventude não está parada”, avalia. A deputada estadual Dani Monteiro (PSOL-RJ), criada na comunidade de São Carlos, região central do Rio de Janeiro, relaciona justiça pela água e justiça climática. “Os dois temas andam atrelados”. Ela aponta que a governança de temas ligados à água é “um desafio” e que encontros como o deste sábado, com jovens de territórios vulnerabilizados, contribuem para que haja marcos de governança territorial. “O espaço do debate desse encontro é o primeiro passo importantíssimo, porque não existe gestão democrática de recursos que não seja com participação cidadã”, afirmou à Agência Brasil. A parlamentar preside a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).
50 minutes

Kryeministri i Hungaria, Péter Magyar, ka kufizuar hyrjen e punëtorëve nga vendet jashtë Bashkimi Evropian përmes një dekreti qeveritar të publikuar sot në Gazetën Zyrtare, njoftoi agjencia DPA, transmeton Portalb.mk. Magyar mori detyrën më 9 maj, pasi partia e tij centriste fitoi bindshëm zgjedhjet parlamentare të mbajtura në prill. Aktualisht, Hungaria punëson rreth 90.000 punëtorë […]

Kryeministri i Hungaria, Péter Magyar, ka kufizuar hyrjen e punëtorëve nga vendet jashtë Bashkimi Evropian përmes një dekreti qeveritar të publikuar sot në Gazetën Zyrtare, njoftoi agjencia DPA, transmeton Portalb.mk. Magyar mori detyrën më 9 maj, pasi partia e tij centriste fitoi bindshëm zgjedhjet parlamentare të mbajtura në prill. Aktualisht, Hungaria punëson rreth 90.000 punëtorë […]
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A TV Brasil exibe neste domingo (7), a partir das 10h45, o confronto que repete as últimas três finais da Liga de Basquete Feminino (LBF): Sesi Araraquara x Sampaio Basquete. O jogo é válido pela 18ª rodada do segundo turno da fase classificatória do campeonato. O mandante da partida, Sesi Araraquara, chega para o confronto ocupando a vice-liderança ao lado do Unimed Campinas, ambos com 29 pontos. Do outro lado da quadra estará o líder isolado da competição, o Sampaio Basquete com 31 pontos, que viaja a São Paulo com a missão de defender o topo da tabela. No confronto do primeiro turno, a equipe maranhense levou a melhor e derrotou as atuais tricampeãs paulistas por um placar de 76 a 49. A tela do esporte feminino Notícias relacionadas:Brasileiro Feminino sub-20: Fla vence São Paulo no 1º jogo da final.Brasileirão Feminino Sub-20: TV Brasil transmite Flamengo X São Paulo.As transmissões da LBF integram a estratégia da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), gestora da TV Brasil, de valorizar o esporte feminino no país, ampliar o acesso das pessoas às competições e promover a aproximação entre o público do canal e a modalidade. Além dos duelos da LBF, a emissora também já está exibindo as partidas do Brasileirão Feminino de Futebol da Série A1. Durante o ano, além da elite da modalidade, a TV Brasil mostra as fases decisivas das Séries A2 e A3, a partir das semifinais. Ainda traz para a telinha as emoções dos confrontos finais das categorias de base com a disputa pelo título do Brasileirão Feminino Sub-17 e Sub-20. As disputas ganham visibilidade ainda maior por meio da parceria com os canais que fazem parte da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP) e retransmitem a programação da TV Brasil em seus estados. Em 2025, a emissora também compartilhou com o público as emoções da Conmebol Copa América de Futebol Feminino. Ao vivo e on demand Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar. Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site http://tvbrasilplay.com.br ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv. Serviço Liga de Basquete Feminino (LBF) – Sesi Araraquara x Sampaio Basquete – Domingo (7), a partir das 10h45, na TV Brasil. TV Brasil na internet e nas redes sociais Site – https://tvbrasil.ebc.com.br Facebook – https://www.facebook.com/tvbrasil Instagram – https://www.instagram.com/tvbrasil YouTube – https://www.youtube.com/tvbrasil X – https://x.com/TVBrasil TikTok – https://www.tiktok.com/@tvbrasil TV Brasil Play - http://tvbrasilplay.com.br
A TV Brasil exibe neste domingo (7), a partir das 10h45, o confronto que repete as últimas três finais da Liga de Basquete Feminino (LBF): Sesi Araraquara x Sampaio Basquete. O jogo é válido pela 18ª rodada do segundo turno da fase classificatória do campeonato. O mandante da partida, Sesi Araraquara, chega para o confronto ocupando a vice-liderança ao lado do Unimed Campinas, ambos com 29 pontos. Do outro lado da quadra estará o líder isolado da competição, o Sampaio Basquete com 31 pontos, que viaja a São Paulo com a missão de defender o topo da tabela. No confronto do primeiro turno, a equipe maranhense levou a melhor e derrotou as atuais tricampeãs paulistas por um placar de 76 a 49. A tela do esporte feminino Notícias relacionadas:Brasileiro Feminino sub-20: Fla vence São Paulo no 1º jogo da final.Brasileirão Feminino Sub-20: TV Brasil transmite Flamengo X São Paulo.As transmissões da LBF integram a estratégia da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), gestora da TV Brasil, de valorizar o esporte feminino no país, ampliar o acesso das pessoas às competições e promover a aproximação entre o público do canal e a modalidade. Além dos duelos da LBF, a emissora também já está exibindo as partidas do Brasileirão Feminino de Futebol da Série A1. Durante o ano, além da elite da modalidade, a TV Brasil mostra as fases decisivas das Séries A2 e A3, a partir das semifinais. Ainda traz para a telinha as emoções dos confrontos finais das categorias de base com a disputa pelo título do Brasileirão Feminino Sub-17 e Sub-20. As disputas ganham visibilidade ainda maior por meio da parceria com os canais que fazem parte da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP) e retransmitem a programação da TV Brasil em seus estados. Em 2025, a emissora também compartilhou com o público as emoções da Conmebol Copa América de Futebol Feminino. Ao vivo e on demand Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar. Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site http://tvbrasilplay.com.br ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv. Serviço Liga de Basquete Feminino (LBF) – Sesi Araraquara x Sampaio Basquete – Domingo (7), a partir das 10h45, na TV Brasil. TV Brasil na internet e nas redes sociais Site – https://tvbrasil.ebc.com.br Facebook – https://www.facebook.com/tvbrasil Instagram – https://www.instagram.com/tvbrasil YouTube – https://www.youtube.com/tvbrasil X – https://x.com/TVBrasil TikTok – https://www.tiktok.com/@tvbrasil TV Brasil Play - http://tvbrasilplay.com.br
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فوتبالیست ها ویزای آمریکا گرفتند؛ چندین همراه حکومتی تیم فوتبال ایران نه
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En solo unas horas, los eventos a los que ha acudido León XVI han inspirado todo tipo de comentarios y memes en redes ¿Cuánto dinero público costará la visita del Papa? Las administraciones no desvelan el coste real del viaje El papa ha venido a España por primera vez esta semana y ha empezado por Madrid antes de viajar también a Barcelona y las islas de Gran Canaria y Tenerife. En solo unas horas, los eventos a los que ha acudido han inspirado todo tipo de comentarios y memes en redes. Los habitantes de la capital, de por sí algo caótica, llevaban más de una semana sufriendo cortes de tráfico y otras molestias. El lado positivo es que algunas calles se han limpiado con especial atención, por ejemplo, el barrio de Lucero, donde está la sede de Cáritas que León XVI visitará en su primera tarde en la ciudad. Pero en otras zonas la suciedad era la habitual. Los primeros en recibir al pontífice, como jefes del Estado, han sido los reyes. El vestido blanco de manga larga de la reina Letizia ha recibido muchos comentarios por su color, pese a explicarse que el protocolo le permite llevarlo ante el papa. Algún tuitero ha bromeado gráficamente sobre la posibilidad de que ella y León XVI se intercambiaran su vestuario. Tanto el papa como el Felipe VI han pronunciado unas palabras. El rey ha reconocido el “dolor causado” por los abusos en la Iglesia y dice que “no son representativos de la inmensa comunidad eclesial”, mientras que el estadounidense no ha mencionado los abusos. Un 'bluitero' ha presentado esta situación mostrando al tema de los abusos de religiosos a menores como el elefante en la habitación del que no todos querían hablar. El papa ha saludado a multitud de cargos políticos este sábado. Entre ellos estaba la presidenta de la Comunidad de Madrid, Isabel Díaz Ayuso. Otro usuario de BlueSky bromeaba sobre el afán de protagonismo de esta presentándola sobre el papamóvil, el vehículo utilizado solo por el papa para desplazarse. Otro encuentro, quizá deseado por muchos y, desde luego, posible, era el de León XVI con Bad Bunny. El cantante se encuentra en Madrid como residente de una serie de conciertos en el Estadio Metropolitano. ¿Invitaría al papa a su famosa Casita de sus actuaciones? Mientras, otros usuarios veían la Casita de otra forma. El papa tiene una agenda muy apretada durante su estancia, pero aún queda tiempo para que se reúna con el puertorriqueño y, sobre todo, para que siga inspirando memes.
En solo unas horas, los eventos a los que ha acudido León XVI han inspirado todo tipo de comentarios y memes en redes ¿Cuánto dinero público costará la visita del Papa? Las administraciones no desvelan el coste real del viaje El papa ha venido a España por primera vez esta semana y ha empezado por Madrid antes de viajar también a Barcelona y las islas de Gran Canaria y Tenerife. En solo unas horas, los eventos a los que ha acudido han inspirado todo tipo de comentarios y memes en redes. Los habitantes de la capital, de por sí algo caótica, llevaban más de una semana sufriendo cortes de tráfico y otras molestias. El lado positivo es que algunas calles se han limpiado con especial atención, por ejemplo, el barrio de Lucero, donde está la sede de Cáritas que León XVI visitará en su primera tarde en la ciudad. Pero en otras zonas la suciedad era la habitual. Los primeros en recibir al pontífice, como jefes del Estado, han sido los reyes. El vestido blanco de manga larga de la reina Letizia ha recibido muchos comentarios por su color, pese a explicarse que el protocolo le permite llevarlo ante el papa. Algún tuitero ha bromeado gráficamente sobre la posibilidad de que ella y León XVI se intercambiaran su vestuario. Tanto el papa como el Felipe VI han pronunciado unas palabras. El rey ha reconocido el “dolor causado” por los abusos en la Iglesia y dice que “no son representativos de la inmensa comunidad eclesial”, mientras que el estadounidense no ha mencionado los abusos. Un 'bluitero' ha presentado esta situación mostrando al tema de los abusos de religiosos a menores como el elefante en la habitación del que no todos querían hablar. El papa ha saludado a multitud de cargos políticos este sábado. Entre ellos estaba la presidenta de la Comunidad de Madrid, Isabel Díaz Ayuso. Otro usuario de BlueSky bromeaba sobre el afán de protagonismo de esta presentándola sobre el papamóvil, el vehículo utilizado solo por el papa para desplazarse. Otro encuentro, quizá deseado por muchos y, desde luego, posible, era el de León XVI con Bad Bunny. El cantante se encuentra en Madrid como residente de una serie de conciertos en el Estadio Metropolitano. ¿Invitaría al papa a su famosa Casita de sus actuaciones? Mientras, otros usuarios veían la Casita de otra forma. El papa tiene una agenda muy apretada durante su estancia, pero aún queda tiempo para que se reúna con el puertorriqueño y, sobre todo, para que siga inspirando memes.