ویدیوی منتسب به تیراندازی نیروهای حکومتی به سوی معترضان در شهرستان ملکشاهی استان ایلام - شنبه ۱۳ دی

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ویدیوی منتسب به تیراندازی نیروهای حکومتی به سوی معترضان در شهرستان ملکشاهی استان ایلام - شنبه ۱۳ دی

ესპანეთმა დაგმო ის, რასაც საერთაშორისო სამართლის დარღვევა უწოდა ვენესუელაში, დაწერა ამ ქვეყნის პრემიერმინისტრმა პედრო სანჩესმა 4 იანვარს, აშშ-ის პრეზიდენტ დონალდ ტრამპის მიერ ვენესუელის პრეზიდენტის ნიკოლას მადუროს დაკავების მიზნით ჩატარებული რეიდის შემდეგ, წერილში, რომელიც მან თავისი სოციალისტური პარტიის წევრებს გაუგზავნა. სანჩესის წერილში ლაპარაკია „საერთაშორისო სამართლის დარღვევაზე ვენესუელაში, აქტზე, რომელსაც ჩვენ მკაცრად ვგმობთ“. აშშ-ის პრეზიდენტი, დონალდ ტრამპი აცხადებს, რომ...

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ესპანეთმა დაგმო ის, რასაც საერთაშორისო სამართლის დარღვევა უწოდა ვენესუელაში, დაწერა ამ ქვეყნის პრემიერმინისტრმა პედრო სანჩესმა 4 იანვარს, აშშ-ის პრეზიდენტ დონალდ ტრამპის მიერ ვენესუელის პრეზიდენტის ნიკოლას მადუროს დაკავების მიზნით ჩატარებული რეიდის შემდეგ, წერილში, რომელიც მან თავისი სოციალისტური პარტიის წევრებს გაუგზავნა. სანჩესის წერილში ლაპარაკია „საერთაშორისო სამართლის დარღვევაზე ვენესუელაში, აქტზე, რომელსაც ჩვენ მკაცრად ვგმობთ“. აშშ-ის პრეზიდენტი, დონალდ ტრამპი აცხადებს, რომ...

A polícia suíça identificou 24 das 40 vítimas do incêndio da véspera de Ano Novo em Crans-Montana. Entre as vítimas encontra-se uma cidadã portuguesa.

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A polícia suíça identificou 24 das 40 vítimas do incêndio da véspera de Ano Novo em Crans-Montana. Entre as vítimas encontra-se uma cidadã portuguesa.

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Ова е седма меѓународна награда за „Јон Вардар против Галаксијата“, кој досега беше прикажан на преку 40 фестивали

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Ова е седма меѓународна награда за „Јон Вардар против Галаксијата“, кој досега беше прикажан на преку 40 фестивали

«Медуза» с 24 февраля 2022 года в прямом эфире рассказывает о российско-украинской войне. В наших ежедневных материалах мы публикуем ваши письма, потому что уверены: о войне нужно продолжать говорить. 2025 год закончился на фоне беспрецедентной дипломатической активности и заявлений США и воюющих сторон о том, что на этот раз они действительно близки к достижению мира. Как вы считаете, приведут ли эти усилия к реальным результатам? Надеетесь ли на наступление мира в первые месяцы 2026 года? Форма для обратной связи — в конце этой статьи. Обзор предыдущего дня можно прочитать тут.

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«Медуза» с 24 февраля 2022 года в прямом эфире рассказывает о российско-украинской войне. В наших ежедневных материалах мы публикуем ваши письма, потому что уверены: о войне нужно продолжать говорить. 2025 год закончился на фоне беспрецедентной дипломатической активности и заявлений США и воюющих сторон о том, что на этот раз они действительно близки к достижению мира. Как вы считаете, приведут ли эти усилия к реальным результатам? Надеетесь ли на наступление мира в первые месяцы 2026 года? Форма для обратной связи — в конце этой статьи. Обзор предыдущего дня можно прочитать тут.

O ataque dos Estados Unidos que resultou na captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, na madrugada de sábado (3), levou manifestantes às ruas em diversas cidades do mundo neste fim de semana, incluindo venezuelanos que migraram para outros países em busca de melhores condições de vida.  Além de levar Maduro e a primeira-dama, Cilia Flores, para serem julgados nos Estados Unidos, por um suposto envolvimento com o tráfico internacional de drogas, o governo americano anunciou que pretende administrar a Venezuela "até que se possa realizar uma transição segura, adequada e criteriosa". Notícias relacionadas: Papa defende bem-estar do povo venezuelano e a soberania do país . Supremo da Venezuela aponta vice como líder após captura de Maduro. Venezuela: Conselho de Segurança da ONU se reunirá na segunda-feira. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também afirmou que empresas americanas passarão a controlar o setor de petróleo do país, que tem as maiores reservas confirmadas de óleo e gás do mundo.  Segundo a agência de notícias Reuters, houve atos de venezuelanos neste fim de semana comemorando a ação dos Estados Unidos em uma série de países latino-americanos e também na Espanha, em cidades como Bogotá, Lima, Quito e Madrid.  Na Cidade do México, venezuelanos e mexicanos a favor e contra a ação militar norte-americana organizaram atos em frente às embaixadas da Venezuela e dos Estados Unidos, com críticas ao intervencionismo ou celebrações de que o país estava livre de Maduro. A polícia precisou intervir para evitar o aumento da tensão entre os grupos.   Em Buenos Aires, na Argentina, movimentos sociais e venezuelanos contrários à ação protestaram no sábado, em frente à embaixada dos Estados Unidos, enquanto outro grupo se reuniu no Obelisco para comemorar a captura de Maduro.  Também houve protestos contra o ataque nos Estados Unidos, em cidades como São Francisco e Nova York, além do registro de grupos de venezuelanos que celebraram a ação.   Pessoas celebram ação dos Estados Unidos em protesto em Buenos Aires, na Argentina REUTERS/Mariana Nedelcu Diáspora Cerca de 20% da população da Venezuela deixou o país desde 2014, e os principais destinos foram a Colômbia, que recebeu 2,8 milhões de venezuelanos, e o Peru, que recebeu 1,7 milhão, de acordo com a plataforma R4V, um grupo de ONGs regionais que prestam assistência a migrantes e refugiados da Venezuela, criada pela agência de migração da ONU. Há três anos na Espanha, país que recebeu 400 mil venezuelanos, Andrés Losada disse à Reuters que está lutando entre a preocupação e a alegria com a situação na Venezuela. "Embora o que as pessoas estejam passando em Caracas seja difícil, acredito que, além disso, há uma luz que nos levará à liberdade", acrescentou. Em Quito, capital do Equador, a venezuelana Maria Fernanda Monsilva disse esperar que Edmundo González, o principal candidato da oposição venezuelana na eleição presidencial de 2024, possa assumir o poder. "Muitos de nós que estamos no exterior queremos voltar", disse Monsilva. Apesar da declaração do governo americano de pretende controlar a Venezuela, o Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela (TSJ, na sigla em espanhol) decidiu que a vice-presidente executiva Delcy Rodríguez deverá assumir a presidência interina do país.   Manifestantes contrários ao ataque protestam na Cidade do México. Frame Reuters/Proibida reprodução Em Caracas, capital da Venezuela e cidade que foi alvo do ataque, uma manifestação repudiou a intervenção americana. O venezuelano José Hernandez participou do protesto e classificou de criminosa a operação estrangeira em seu país. “Os outros países do mundo precisam ter muita clareza sobre o modo completamente criminoso com que os Estados Unidos estão agindo. Isso é extrair, ou melhor, roubar recursos de outros países que têm energia e minérios”, criticou. *Com informações da Reuters

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Agência Brasil
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O ataque dos Estados Unidos que resultou na captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, na madrugada de sábado (3), levou manifestantes às ruas em diversas cidades do mundo neste fim de semana, incluindo venezuelanos que migraram para outros países em busca de melhores condições de vida.  Além de levar Maduro e a primeira-dama, Cilia Flores, para serem julgados nos Estados Unidos, por um suposto envolvimento com o tráfico internacional de drogas, o governo americano anunciou que pretende administrar a Venezuela "até que se possa realizar uma transição segura, adequada e criteriosa". Notícias relacionadas: Papa defende bem-estar do povo venezuelano e a soberania do país . Supremo da Venezuela aponta vice como líder após captura de Maduro. Venezuela: Conselho de Segurança da ONU se reunirá na segunda-feira. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também afirmou que empresas americanas passarão a controlar o setor de petróleo do país, que tem as maiores reservas confirmadas de óleo e gás do mundo.  Segundo a agência de notícias Reuters, houve atos de venezuelanos neste fim de semana comemorando a ação dos Estados Unidos em uma série de países latino-americanos e também na Espanha, em cidades como Bogotá, Lima, Quito e Madrid.  Na Cidade do México, venezuelanos e mexicanos a favor e contra a ação militar norte-americana organizaram atos em frente às embaixadas da Venezuela e dos Estados Unidos, com críticas ao intervencionismo ou celebrações de que o país estava livre de Maduro. A polícia precisou intervir para evitar o aumento da tensão entre os grupos.   Em Buenos Aires, na Argentina, movimentos sociais e venezuelanos contrários à ação protestaram no sábado, em frente à embaixada dos Estados Unidos, enquanto outro grupo se reuniu no Obelisco para comemorar a captura de Maduro.  Também houve protestos contra o ataque nos Estados Unidos, em cidades como São Francisco e Nova York, além do registro de grupos de venezuelanos que celebraram a ação.   Pessoas celebram ação dos Estados Unidos em protesto em Buenos Aires, na Argentina REUTERS/Mariana Nedelcu Diáspora Cerca de 20% da população da Venezuela deixou o país desde 2014, e os principais destinos foram a Colômbia, que recebeu 2,8 milhões de venezuelanos, e o Peru, que recebeu 1,7 milhão, de acordo com a plataforma R4V, um grupo de ONGs regionais que prestam assistência a migrantes e refugiados da Venezuela, criada pela agência de migração da ONU. Há três anos na Espanha, país que recebeu 400 mil venezuelanos, Andrés Losada disse à Reuters que está lutando entre a preocupação e a alegria com a situação na Venezuela. "Embora o que as pessoas estejam passando em Caracas seja difícil, acredito que, além disso, há uma luz que nos levará à liberdade", acrescentou. Em Quito, capital do Equador, a venezuelana Maria Fernanda Monsilva disse esperar que Edmundo González, o principal candidato da oposição venezuelana na eleição presidencial de 2024, possa assumir o poder. "Muitos de nós que estamos no exterior queremos voltar", disse Monsilva. Apesar da declaração do governo americano de pretende controlar a Venezuela, o Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela (TSJ, na sigla em espanhol) decidiu que a vice-presidente executiva Delcy Rodríguez deverá assumir a presidência interina do país.   Manifestantes contrários ao ataque protestam na Cidade do México. Frame Reuters/Proibida reprodução Em Caracas, capital da Venezuela e cidade que foi alvo do ataque, uma manifestação repudiou a intervenção americana. O venezuelano José Hernandez participou do protesto e classificou de criminosa a operação estrangeira em seu país. “Os outros países do mundo precisam ter muita clareza sobre o modo completamente criminoso com que os Estados Unidos estão agindo. Isso é extrair, ou melhor, roubar recursos de outros países que têm energia e minérios”, criticou. *Com informações da Reuters

O senador norte-americano Bernie Sanders, do Partido Democrata, e a ex-vice-presidente dos Estados Unidos, a também democrata Kamala Harris, criticaram e condenaram as ações de Trump na Venezuela. Senador Bernie Sanders - Reuters/Mike Segar/direitos reservados Em vídeo postado na rede social X, Sanders avaliou que Trump voltou a demonstrar desprezo pela Constituição e pelo Estado de Direito.  Notícias relacionadas: Papa defende bem-estar do povo venezuelano e a soberania do país . Venezuela: Conselho de Segurança da ONU se reunirá na segunda-feira. “Sejamos claros: o presidente dos Estados Unidos não tem o direito de, unilateralmente, levar o país à guerra, mesmo que seja contra um ditador corrupto e brutal como Nicolás Maduro. Os Estados Unidos não têm o direito, como dito por Trump, de assumir o controle da Venezuela.” Em sua declaração, o senador cobrou do Congresso norte-americano que aprove o quanto antes uma resolução sobre poderes de guerra para acabar com o que se referiu como operação militar ilegal: “O ataque de Trump contra a Venezuela não torna os Estados Unidos ou o mundo um lugar mais seguro”.  “Pelo contrário, essa violação descarada das leis internacionais dá sinal verde para que qualquer país do mundo que deseje atacar outra nação no intuito de aproveitar seus recursos ou fazer mudanças em seus governos o faça. Essa é a lógica perversa que Putin utilizou para justificar seu ataque brutal à Ucrânia.” Sanders disse ainda que, mesmo antes do ataque militar à Venezuela, Trump e sua administração já haviam demonstrado abertamente o desejo de retomar a chamada Doutrina Monroe, “que prega que os Estados Unidos têm o direito de dominar os assuntos do hemisfério”.  “Eles falaram abertamente sobre controlar as reservas de petróleo da Venezuela, as maiores do mundo. Não vamos nos enganar: isso é imperialismo de alto nível. Isso relembra períodos sombrios de intervenção norte-americana na América Latina, que deixaram um terrível legado.” “É um ato que será e deve ser condenado pelo mundo democrático”, concluiu o senador.  Kamala Harris Ex-vice-presidente dos EUA, Kamala Harris - REUTERS/Kevin Lamarque/Proibida reprodução Também em seu perfil no X, a ex-vice-presidente dos Estados Unidos condenou as ações de Trump na Venezuela, ao mesmo tempo em que classificou Maduro como “ditador brutal e ilegítimo”.  “Já vimos esse filme antes. Guerras por mudança de regime ou por petróleo, vendidas como demonstração de força, mas que se transformam em caos e famílias americanas pagam o preço.” Para Kamala, não se trata de tráfico de drogas ou de defesa da democracia. “É sobre o petróleo e sobre o desejo de Donald Trump de se passar como o homem mais forte da região. Se ele se importasse com alguma dessas coisas, não perdoaria um narcotráfico condenado nem marginalizaria a legítima oposição venezuelana enquanto busca acordos com aliados de Maduro”.  A ex-vice-presidente avaliou ainda que Trump gasta bilhões de dólares com a operação, coloca a tropa norte-americana em risco, desestabiliza a região e não oferece nenhum tipo de autoridade legal, nenhum plano de saída e nenhum benefício para o povo estadunidense.  Entenda No sábado (3), diversas explosões foram registradas em bairros da capital venezuelana Caracas. Em meio ao ataque militar, orquestrado pelos Estados Unidos, o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados por forças de elite norte-americanas e levados para Nova York.  O ataque marca um novo episódio de intervenções diretas norte-americanas na América Latina. A última vez que os Estados Unidos invadiram um país latino-americano foi em 1989, no Panamá, quando militares sequestraram o então presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico. Assim como fizeram com Noriega, os Estados Unidos acusam Maduro de liderar um suposto cartel venezuelano chamado De Los Soles, sem apresentar provas. Especialistas em tráfico internacional de drogas questionam a existência do cartel. O governo de Donald Trump oferecia uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem a prisão de Maduro. Para críticos, a ação é uma medida geopolítica para afastar a Venezuela de adversários globais dos Estados Unidos, como China e Rússia, além de exercer maior controle sobre o petróleo do país, que é dono das maiores reservas de óleo comprovadas do planeta. Matéria ampliada às 12h28

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O senador norte-americano Bernie Sanders, do Partido Democrata, e a ex-vice-presidente dos Estados Unidos, a também democrata Kamala Harris, criticaram e condenaram as ações de Trump na Venezuela. Senador Bernie Sanders - Reuters/Mike Segar/direitos reservados Em vídeo postado na rede social X, Sanders avaliou que Trump voltou a demonstrar desprezo pela Constituição e pelo Estado de Direito.  Notícias relacionadas: Papa defende bem-estar do povo venezuelano e a soberania do país . Venezuela: Conselho de Segurança da ONU se reunirá na segunda-feira. “Sejamos claros: o presidente dos Estados Unidos não tem o direito de, unilateralmente, levar o país à guerra, mesmo que seja contra um ditador corrupto e brutal como Nicolás Maduro. Os Estados Unidos não têm o direito, como dito por Trump, de assumir o controle da Venezuela.” Em sua declaração, o senador cobrou do Congresso norte-americano que aprove o quanto antes uma resolução sobre poderes de guerra para acabar com o que se referiu como operação militar ilegal: “O ataque de Trump contra a Venezuela não torna os Estados Unidos ou o mundo um lugar mais seguro”.  “Pelo contrário, essa violação descarada das leis internacionais dá sinal verde para que qualquer país do mundo que deseje atacar outra nação no intuito de aproveitar seus recursos ou fazer mudanças em seus governos o faça. Essa é a lógica perversa que Putin utilizou para justificar seu ataque brutal à Ucrânia.” Sanders disse ainda que, mesmo antes do ataque militar à Venezuela, Trump e sua administração já haviam demonstrado abertamente o desejo de retomar a chamada Doutrina Monroe, “que prega que os Estados Unidos têm o direito de dominar os assuntos do hemisfério”.  “Eles falaram abertamente sobre controlar as reservas de petróleo da Venezuela, as maiores do mundo. Não vamos nos enganar: isso é imperialismo de alto nível. Isso relembra períodos sombrios de intervenção norte-americana na América Latina, que deixaram um terrível legado.” “É um ato que será e deve ser condenado pelo mundo democrático”, concluiu o senador.  Kamala Harris Ex-vice-presidente dos EUA, Kamala Harris - REUTERS/Kevin Lamarque/Proibida reprodução Também em seu perfil no X, a ex-vice-presidente dos Estados Unidos condenou as ações de Trump na Venezuela, ao mesmo tempo em que classificou Maduro como “ditador brutal e ilegítimo”.  “Já vimos esse filme antes. Guerras por mudança de regime ou por petróleo, vendidas como demonstração de força, mas que se transformam em caos e famílias americanas pagam o preço.” Para Kamala, não se trata de tráfico de drogas ou de defesa da democracia. “É sobre o petróleo e sobre o desejo de Donald Trump de se passar como o homem mais forte da região. Se ele se importasse com alguma dessas coisas, não perdoaria um narcotráfico condenado nem marginalizaria a legítima oposição venezuelana enquanto busca acordos com aliados de Maduro”.  A ex-vice-presidente avaliou ainda que Trump gasta bilhões de dólares com a operação, coloca a tropa norte-americana em risco, desestabiliza a região e não oferece nenhum tipo de autoridade legal, nenhum plano de saída e nenhum benefício para o povo estadunidense.  Entenda No sábado (3), diversas explosões foram registradas em bairros da capital venezuelana Caracas. Em meio ao ataque militar, orquestrado pelos Estados Unidos, o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados por forças de elite norte-americanas e levados para Nova York.  O ataque marca um novo episódio de intervenções diretas norte-americanas na América Latina. A última vez que os Estados Unidos invadiram um país latino-americano foi em 1989, no Panamá, quando militares sequestraram o então presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico. Assim como fizeram com Noriega, os Estados Unidos acusam Maduro de liderar um suposto cartel venezuelano chamado De Los Soles, sem apresentar provas. Especialistas em tráfico internacional de drogas questionam a existência do cartel. O governo de Donald Trump oferecia uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem a prisão de Maduro. Para críticos, a ação é uma medida geopolítica para afastar a Venezuela de adversários globais dos Estados Unidos, como China e Rússia, além de exercer maior controle sobre o petróleo do país, que é dono das maiores reservas de óleo comprovadas do planeta. Matéria ampliada às 12h28

Согласно данным отслеживания судов, в 2025 году Китай получил 22 партии сжиженного природного газа (СПГ) с российских проектов, находящихся под санкциями.

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Согласно данным отслеживания судов, в 2025 году Китай получил 22 партии сжиженного природного газа (СПГ) с российских проектов, находящихся под санкциями.

Kryeministri Hristijan Mickoski sot arrestimin e presidentit venezuelas Nikolas Maduro nga ana e SHBA-së e krahasoi me qëndrimin e Bashkimit Evropian dhe NATO-s ndaj Maqedonisë dhe ndryshimit të emrit për shkak të sigurimit të kushteve për anëtarësim, si dhe ndryshimin e flamurit për shkak të anëtarësimit në KB dhe theksoi se ky lloj precedenti ka […]

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Kryeministri Hristijan Mickoski sot arrestimin e presidentit venezuelas Nikolas Maduro nga ana e SHBA-së e krahasoi me qëndrimin e Bashkimit Evropian dhe NATO-s ndaj Maqedonisë dhe ndryshimit të emrit për shkak të sigurimit të kushteve për anëtarësim, si dhe ndryshimin e flamurit për shkak të anëtarësimit në KB dhe theksoi se ky lloj precedenti ka […]

در این ویدیو که تاریخ آن یکشنبه ۱۴ دی و محل آن خیابان سعدی تهران ذکر شده است، تجمع شماری از معترضان دیده می‌شوند.

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در این ویدیو که تاریخ آن یکشنبه ۱۴ دی و محل آن خیابان سعدی تهران ذکر شده است، تجمع شماری از معترضان دیده می‌شوند.

Хвилина мовчання та дзвін дзвонів відбудуться одночасно з похоронною церемонією

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Хвилина мовчання та дзвін дзвонів відбудуться одночасно з похоронною церемонією

委內瑞拉總統馬杜羅及其夫人西莉亞·弗洛雷斯於當地時間周六晚抵達紐約布魯克林大都會拘留中心。此前,他們於當天早些時候在委內瑞拉的住所被美軍抓獲。據短新聞網站Axios報導,該命令於美東時間周五晚10點46分下達,同時還附有特朗普總統的信息:“祝你們好運,一路順風”。

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委內瑞拉總統馬杜羅及其夫人西莉亞·弗洛雷斯於當地時間周六晚抵達紐約布魯克林大都會拘留中心。此前,他們於當天早些時候在委內瑞拉的住所被美軍抓獲。據短新聞網站Axios報導,該命令於美東時間周五晚10點46分下達,同時還附有特朗普總統的信息:“祝你們好運,一路順風”。

委内瑞拉总统马杜罗及其夫人西莉亚·弗洛雷斯于当地时间周六晚抵达纽约布鲁克林大都会拘留中心。此前,他们于当天早些时候在委内瑞拉的住所被美军抓获。据短新闻网站Axios报导,该命令于美东时间周五晚10点46分下达,同时还附有特朗普总统的信息:“祝你们好运,一路顺风”。

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委内瑞拉总统马杜罗及其夫人西莉亚·弗洛雷斯于当地时间周六晚抵达纽约布鲁克林大都会拘留中心。此前,他们于当天早些时候在委内瑞拉的住所被美军抓获。据短新闻网站Axios报导,该命令于美东时间周五晚10点46分下达,同时还附有特朗普总统的信息:“祝你们好运,一路顺风”。

En una carta dirigida a la militancia socialista, el presidente del Gobierno rechaza la idea de adelantar el final de la legislatura y reprocha a algunos progresistas haber caído en el auge de la ultraderecha.

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En una carta dirigida a la militancia socialista, el presidente del Gobierno rechaza la idea de adelantar el final de la legislatura y reprocha a algunos progresistas haber caído en el auge de la ultraderecha.

Las comarcas afectadas son la Costa del Sol y Guadalhorce, donde pueden registrarse lluvias de hasta 120 litros por metro cuadrado (peligro extraordinario) que conllevan el riesgo de inundaciones y crecidas Se prevén lluvias de 120 litros por metro cuadrado (peligro extraordinario) acumulados en menos de doce horas, un aviso que se prolongará hasta las 23:59 horas de este domingo, con una probabilidad entre el 40% y el 70% y que implica posibles inundaciones y crecidas. Las precipitaciones más intensas se esperan en la mitad occidental de la referida área de la provincia malagueña. La alerta de Protección Civil emitida por la Agencia de Emergencias de Andalucía pide extremar la prudencia, evitar desplazamientos innecesarios, no cruzar zonas inundables y no realizar actividades en cauces y sus proximidades. El consejero de Sanidad, Presidencia y Emergencias de la Junta de Andalucía, Antonio Sanz, ha informado de la decisión en redes sociales tras elevar la Agencia Estatal de Meteorología (Aemet) a aviso rojo el riesgo por lluvias en la zona. Sanz ha pedido no bajar la guardia y seguir los consejos del Servicio de Emergencias 112 Andalucía “que salvan vidas”. Asimismo, ha insistido no cruzar zonas anegadas ni transitar por zonas “próximas a ríos o cauces”. El presidente de la Junta de Andalucía, Juan Manuel Moreno, en un mensaje en redes sociales, recogido por Europa Press, ha indicado que “mandamos 'EsAlert' a 27 municipios de Costa de Sol y Guadalhorce en Málaga con aviso rojo de Aemet por lluvias”, incidiendo en “la máxima precaución”, y también recomendando evitar desplazamientos innecesarios. Desde la mañana de este domingo, la Junta ha elevado a fase de emergencia, situación operativa 1, el Plan ante el Riesgo de Inundaciones, debido a los efectos de la borrasca Francis.

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Las comarcas afectadas son la Costa del Sol y Guadalhorce, donde pueden registrarse lluvias de hasta 120 litros por metro cuadrado (peligro extraordinario) que conllevan el riesgo de inundaciones y crecidas Se prevén lluvias de 120 litros por metro cuadrado (peligro extraordinario) acumulados en menos de doce horas, un aviso que se prolongará hasta las 23:59 horas de este domingo, con una probabilidad entre el 40% y el 70% y que implica posibles inundaciones y crecidas. Las precipitaciones más intensas se esperan en la mitad occidental de la referida área de la provincia malagueña. La alerta de Protección Civil emitida por la Agencia de Emergencias de Andalucía pide extremar la prudencia, evitar desplazamientos innecesarios, no cruzar zonas inundables y no realizar actividades en cauces y sus proximidades. El consejero de Sanidad, Presidencia y Emergencias de la Junta de Andalucía, Antonio Sanz, ha informado de la decisión en redes sociales tras elevar la Agencia Estatal de Meteorología (Aemet) a aviso rojo el riesgo por lluvias en la zona. Sanz ha pedido no bajar la guardia y seguir los consejos del Servicio de Emergencias 112 Andalucía “que salvan vidas”. Asimismo, ha insistido no cruzar zonas anegadas ni transitar por zonas “próximas a ríos o cauces”. El presidente de la Junta de Andalucía, Juan Manuel Moreno, en un mensaje en redes sociales, recogido por Europa Press, ha indicado que “mandamos 'EsAlert' a 27 municipios de Costa de Sol y Guadalhorce en Málaga con aviso rojo de Aemet por lluvias”, incidiendo en “la máxima precaución”, y también recomendando evitar desplazamientos innecesarios. Desde la mañana de este domingo, la Junta ha elevado a fase de emergencia, situación operativa 1, el Plan ante el Riesgo de Inundaciones, debido a los efectos de la borrasca Francis.

ویدئوی منتسب به دعوت شماری از کسبه خیابان مولوی تهران از دیگران برای تعطیلی مغازه‌ها - یکشنبه ۱۴ دی

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ویدئوی منتسب به دعوت شماری از کسبه خیابان مولوی تهران از دیگران برای تعطیلی مغازه‌ها - یکشنبه ۱۴ دی

The French government has said it is tightening checks on around a dozen food ⁠imports in a bid to ease concerns of farmers who have been protesting at what they say is unfair competition from countries with looser regulations.

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The French government has said it is tightening checks on around a dozen food ⁠imports in a bid to ease concerns of farmers who have been protesting at what they say is unfair competition from countries with looser regulations.